Guillermo Marconi

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BIOGRAFIAS



Marconi Wirless Telegraph Company


Guillermo Marconi, nasceu na cidade de Bolonha a 25 de Abril de 1874. Filho de José Marconi, um negociante casado com Ana Jameson, mãe de Guillermo, que descendia de uma famosa familia de destiladores de Dublin. Desde da mais tenra idade Guglielmo Marconi sempre foi um sonhador e um enlevo de sua mãe, tinha uma paixão pela electricidade e passava horas a brincar com baterias e fios descorando a escola e as suas tarefas na propriedade da família nos arredores de Bologna em Itália, para o pai as experiências do jovem Marconi era um produto do espirito ocioso e disipador. Giusepe enfurecia-se com o filho destruindo o equipamento e procurando desmotivá-lo. A mãe protegia-o e acreditava sem sombra de dúvida que Guglielmo estava destinado a grandes voos, e não teria de esperar muito.

Em 1894 com 20 anos, Guglielmo teve conhecimento das espantosas descobertas de Hertz no domínio da electricidade.

Hertz era um físico brilhante que provara a existência das ondas electromagnéticas, usando um equipamento rudimentar, fizera passar energia eléctrica entre dois pontos sem utilizar fios.

Num golpe de inspiração Marconi pensou em controlar as ondas Hertzianas para fins de comunicação. Bastaria juntar um manipulador telegráfico ao transmissor e emitir as ondas em código Morse para enviar mensagens invisíveis através do ar.

Giusepe riu-se dele, só os charlatães e os mediums afirmavam possuir tais poderes, toda a gente sabia que para comunicar neste Mundo eram precisos cabos e fios. Povos e lugares distantes eram ligados por cobre e zinco.

Mas para Marconi, a ideia da telegrafia sem fio era tão óbvia que não compreendia porque ninguém se lembrara disso antes.

A visão da comunicação sem fios apoderou-se dele. O rapazinho com dificuldades de concentração na escola, tornou-se um jovem obcecado em inventar a telegrafia sem fios (TSF).

Trabalhava incansavelmente, esquecendo-se muitas vezes de comer e dormir. Dois anos depois Guglielmo estava pronto em enfrentar o seu mais feroz critico, o pai. De um dos lados de uma colina conseguiu que um sinal morse fosse recebido do outro lado, a uma distância de dois kilometros e meio. Impressionado Giusepe aconselhou o filho a rentabilizar a sua invenção, pela primeira vez, Guglielmo concordou com o pai.

"Quando o meu pai, , se dirigiu ao Governo Italiano com a sua invenção, para obter reconhecimento e dinheiro para fundar a empresa, os Italianos acharam que não estava bom da cabeça e negaram-lhe o apoio. Mas a mãe disse, "-Não faz mal, vamos a Londres"".

Marconi acompanhado da mãe chegou a Londres, que era o centro do comércio e das comunicações mundiais, bem como a capital de um império que se estendia por um quarto da superfície do globo. As decisões aqui tomadas afectavam as vidas de 500 milhões de pessoas espalhadas pelo Mundo inteiro.

Marconi disse aos funcionários da alfândega que o seu invento transformaria um número ainda maior de vidas, desconfiados os funcionários destruíram-lhe o equipamento. Por sorte a mãe de Marconi era cidadã britânica herdeira da fortuna do Whisky Jenson e uma mulher bem relacionada. Conseguiu que o filho fosse apresentado a W. A. Price, director técnico dos Correios Britânicos.

Price era um dos homens mais importantes do sector das comunicações do império Britânico. Marconi sabia, que convence-lo quase equivaleria a convencer o Mundo.


Marconi demonstra


As demonstrações do jovem, impressionaram profundamente Price e a sua equipa. Em breve histórias do Mago da Telegrafia sem fios chegavam aos quatro cantos das ilhas Britânicas, maravilhando um público incrédulo. Onde muitos viam magia Price viu uma oportunidade impar. Pela primeira vez na história a telegrafia sem fius tornava possíveis as comunicações entre mar-terra. Price, cria a TSF para a maior potência marítima do globo.

Mas os planos de Marconi eram outros, pois tinha consciência das potencialidades comerciais do seu invento. Marconi criou uma empresa para vender um produto nunca antes produzido a um mercado inexistente. Price enfurecido avisou-o: "Deu um passo que temo que seja contrário aos seus interesses pessoais". E retirou o apoio governamental a Marconi.

O inventor via-se agora a braços com uma nova guerra. Westablish ciêntifico lançou-lhe uma série de ataques Sr. Oliver Lotz nome destacado da física e da experimentação no domínio da TSF liderou a carga. Lotz renegava Marconi para um lugar de segundo plano, como um homem que nada inventara e tudo copiara. Deu-lhe lições de física elementares, duas ou mais estações a emitir ao mesmo tempo abafar-se-iam uma á outra. Marconi repostou com um novo invento, registando a patente de um dispositivo que permitiria sintonizar os aparelhos de TSF em frequências de rádio diferentes. A sintonização permitia a implementação de uma rede de estações de TSF. Para a construir Marconi precisava de muito dinheiro. Marconi o inventor transformou-se em Marconi o feirante.

"Organizou inúmeras demonstrações públicas, com pessoas famosas mostrando feitos que eram considerados impossíveis. Precisava de convencer as pessoas da legitimidade do que estava a fazer, para as convencer a comprar acções da sua empresa".

Marconi era um enterteiner consumado que se deslumbrava a deliciar as audiências, não tardou a tornar-se um dos favoritos do príncipe de Gales. Promotor incansável agarrou de braços abertos a oportunidade de utilizar a TSF para relatar as regatas da Taça da América, em Nova York.

Marconi chegou a uma cidade delirante com a febre das corridas. Os seus relatos fizeram sensação, da noite para o dia Marconi tornou-se o ídolo dos Americanos. O Público consumia vorazmente as noticias sobre o jovem génio. Marconi perplexo escreveu á mãe: "Estão admirados por não encontrar um indivíduo com os cabelos em desalinho e excentricamente vestido".

De regresso á Inglaterra Marconi encantou os companheiros de viagem com a magia da TSF, e deixou-se igualmente enfeitiçar por Josephine Holmen, uma beldade americana que deu o seu coração e a sua mão a Marconi. O Noivado durou 2 anos durante os quais Josephine viu o noivo menos de uma dúzia de vezes. Marconi foi seduzido por uma atracção mais poderosa, ambicionava agora cobrir o Mundo inteiro com a sua TSF. Por ironia do destino, foi o seu velho mentor Price que indicou o caminho.

"O Império Britânico, com as suas possessões no mundo inteiro e as ligações entre eles, os cabos submarinos, as rotas marítimas, propocionou-lhe o modelo em que se inspirou. Marconi viu o Império Britânico como a estrutura à qual sobreporia a sua rede de TSF".

O plano de Marconi apresentava uma desvantagem importante, os confins do Império Britânico já se encontravam ligados por cabo telegráfico. Nas remotas estações de cabo submarino Compart Containt na Terra Nova, os operadores transformaram-se nos pregoeiros do Globo.

Na última década do Século XIX o código Morse transfomara-se na linguagem internacional. Enquanto as pessoas falavam os proprietários da rede de cabo submarino registavam lucros recorde. Cobravam 25 cêntimos por palavra, o equivalente a um salário diário de um trabalhador.

Os magnatas das comunicações acumulavam poder para além de riqueza, influenciavam os governos, em troca eram agraciados com títulos de cavaleiros. Marconi esteve prestes a entrar em rota de colisão com eles. Tinha um décimo do capital da empresa, uma tecnologia experimental e uma relação perclitante com os serviços postais Britânicos, além disso possuía uma confiança inabalável em si próprio.

"Desde as minhas primeiras experiências, sempre acreditei quase que intuitivamente, que os sinais de rádio percorreriam um dia as mais vastas distâncias que um dia a humanidade conseguiria, transmitir mensagens entre os confins mais distantes do Mundo"

Os jornais começaram a insinuar que a TSF poderia vir a substituir um dia o cabo submarino, a cotação das acções caiu a pique, os magnatas decidiram que era tempo de tomar medidas em relação ao Italiano. Tentaram minar a confiança dos investidores na esperança de lhe cortar as asas. Marconi nunca esquecia nem perdoava, estava decidido em destruir o monopólio do cabo submarino.

" Esse objectivo tornou-se a sua ideia fixa e a dos seus directores. Cedo decidiram implantar estações transatlânticas e oferecer um serviço de TSF que competisse com o cabo submarino."

"Um Jornal contava a história de uma mulher que chamava o marido, que trabalhava no campo, para vir lanchar, e ele não vinha. Ela dizia, como é que eu posso acreditar que Marconi é capaz de se fazer ouvir do outro lado do Atlântico se eu não consigo chamar o meu marido para vir lanchar?"

Os cientistas confrontavam a sabedoria popular com a matemática provando que a bizarra teoria de Marconi era impossível.

"É claro que na altura parecia impossível. Ele queria convencer as pessoas de que era impossível propagar ondas de rádio em linha curva. Toda a gente sabia que as ondas rádio se propagavam como as ondas luminosas, isto é, em linha recta. Portanto para comunicar entre dois pontos do globo, essas ondas tinham de ser curvas para percorrer grandes distâncias."

Como sempre, Marconi via as coisas de uma maneira diferente. Mas entre a visão e o acto interpunham-se 3 000 Kilómetros de oceano. Até então Marconi apenas conseguira enviar sinais a uma distância de 300 Km. O inventor lançou-se apaixonadamente a esta tarefa, angariou 100 mil dólares para a dispendiosa experiência. Conseguiu mesmo convencer John Ambrose Fleming, um dos nomes mais destacados da electrotécnica Britânica a ajudá-lo.

Marconi instalou enormes estações de TSF nos confins da Inglaterra e no Mansachussets, os trabalhadores içaram mastros de navio para suportar antenas de 6 metros, Marconi sustentava que eram precisas antenas gigantescas para irradiar as ondas de radio muito longas que suponha necessárias para a comunicação a longa distância.

Após 9 meses de trabalho intenso, Marconi estava pronto para aquilo a que chamava, "O grande momento". Mas, a catástrofe abateu-se sobre ele. O pior furacão que havia memória, destruiu a estação de Poldhu, na Inglaterra. Passadas algumas semanas outra tempestade arrasara a estação americana. Os estragos ascendiam a milhares de dólares, os prejuízos ameaçavam por fim ás experiências e à empresa do inventor.

Marconi reuniu o seu desalentado pessoal e o conselho de administração trémulo, ordenou que Poldhu fosse reconstruída e deu aos seus engenheiros apenas dois meses para o fazer. Marconi corria contra o tempo. Os seus êxitos anteriores haviam atraído imitadores que pareciam agora determinados a conquistar o seu troféu.

Preocupado decidiu que não havia tempo para reconstruir a estação da América do Norte, em vez disso, apostou numa estação receptora improvisada, na massa de terra do outro lado do atlântico, mais próxima de Poldhu, na Terra Nova.

Marconi e os seus dois assistentes Kampi e Pegeout, desembarcaram em S. João da Terra nova a 6 de Dezembro de 1901. O Inventor manteve a sua missão absolutamente secreta, dizendo a repórteres curiosos, que viera para prosseguir as suas experiências na área das comunicações mar/terra.

Instalou o seu equipamento num hospital abandonado em Signoll Hill, 3 dias depois estava pronto para iniciar a experiência mais importante da sua vida. Telegrafou a Poldhu, para que a estação começasse a transmitir o sinal morse correspondente à letra S, um grupo de três pontos ( . . . ). Contava com papagaios do tamanho de um homem, para manter a sua antena de 180 metros e as esperanças bem altas.

Mas o tempo virou-se contra ele. Dois dos papagaios foram levados pelos ventos ciclónicos, um terceiro despenhou-se várias vezes. Com os dias assombrados pelo frio, Marconi reparou a custo o cordão e por fim conseguiu levantar o papagaio. Já dentro do hospital, tomou calmamente uma chávena de cacau quente, antes de iniciar o seu turno junto do receptor. Este era pouco mais que o circulo metálico de Hertz, ligado a uma antena e a um auscultador. Rabiscou alguns breves apontamentos técnicos, enquanto aguardava comunicação de Poldhu, mas só ouvia uma tempestade de electricidade estática e o "tic-tac" impiedoso do relógio. O frio e a humidade entravam no aposento. Marconi abstraiu-se de tudo, então ás 12h30 exactas ouviu três cliques bem emitidos, após uma pausa, outros três ( . . . ).

O Mundo estupefacto aclamou o feito de Marconi. O lendário Thomas Edison saudou o jovem que teve a suprema audácia de saltar uma centelha eléctrica sobre o oceano. Alexander B. Bell, disponibilizou a Marconi a sua propriedade em Bedeck no cabo Bretão na Nova Escócia, para prosseguir as suas experiências.

Com os olhos do Mundo postos nele, Marconi planeava já a batalha seguinte na sua guerra contra o cabo submarino. Mas subestimou os seus poderosos rivais que ripostaram com uma velocidade espantosa, atingindo-o com uma proibição judicial.

Marconi foi forçado a recuar, na véspera de Natal de 1901, deixava a Terra Nova, um jornalista que o acompanhava escreveu: "Parecia que todos os camponeses do país o conheciam, pois quando o comboio parava vinham aos magotes espreitar à janela, viam uma figura juvenil, que para seu grande contentamento, tomara
de assalto os bastiões do comércio e da ciência com um papagaio.". Mas os poderes instituídos, não estavam satisfeitos e atacaram Marconi violentamente.

"Muitos duvidaram de que ele tenha ouvido o sinal, mas isso não é importante, penso que o ouviu mesmo, porque tinha a certeza de que ia acontecer e estava tão certo disso no seu intimo que o ouviu, embora provavelmente mais ninguém teria conseguido ouvi-lo. E de certa forma isso torna tudo muito mais fácil de compreender. Era algo em que ele acreditava tão profundamente que não interessava. Sabia que dali a seis meses ou um ano ouviria o sinal. Por isso não era relevante, não era um problema real".

Mas esse problema era muito importante para os investidores que duvidavam do seu êxito e ficaram horrorizados com os custos. Cem mil dólares para enviar uma carta para o outro lado do atlântico.

O serviço transatlântico de grande escala projectado por Marconi estava fora de questão, precisava de restaurar a sua credibilidade e conseguir apoio financeiro. Encontrou um patrono inesperado, no Primeiro Ministro Canadiano, Sr. Willfred Louree, este via a TSF como uma forma de combater o estrangulamento imposto pelo cabo submarino ao elo de comunicações vital com a Inglaterra e o império. Emprestou a Marconi o seu prestigio, juntando-lhe 80 mil dólares para instalação de um serviço transatlântico em território Canadiano. Um promontório plano do Cabo Bretão adequava-se perfeitamente aos requisitos do inventor.

"O que o atraiu em Table Head foi sobretudo a sua altitude propícia à transmissão via rádio, além disso ficava perto de uma pequena cidade, pelo que teria acesso à electricidade e à água de que necessitava. Mas talvez o aspecto mais importante tenha sido a linha de visão clara e ininterrupta para Inglaterra."

Marconi assegurou á opinião pública, que em breve transmitiria mensagens de um lado para o outro do Atlântico, com uma fracção de custo cobrado pelo monopólio do cabo submarino.

Os meses passaram, porém sem que nada acontecesse. Os jornais começaram a insinuar que afinal o Mago podia não passar de uma fraude. A cotação da empresa caiu, um conselho de administração em pánico, pressionava Marconi a apresentar resultados. E Marconi fê-lo, quase um ano depois do triunfo em Signoll Hill, o inventor enviou a primeira mensagem para o outro lado do Atlântico. Mas o conselho queria mais, sobre pressão, abriu um serviço comercial muito publicitado. Passado algumas semanas o tão celebrado serviço de TSF transatlântico mergulhava no caos, as transmissões eram irregulares e as mensagens chegavam cheias de erros.

Para profunda humilhação de Marconi, o serviço teve que ser encerrado. As companhias do cabo submarino zombaram dele, chamaram-lhe "fogo fato", esfregando sal nas feridas concorrentes apoderaram-se das patentes e o espaço de acção.

Marconi ripostou, lançou-se à estrada para recuperar a sua empresa e o seu orgulho. De temperamento normalmente soturno, tornara-se electrizante quando promovia a sua TSF. Num golpe de mestre, assinou um contrato para dotar os navios de carreira Conart, de um boletim noticioso diário por TSF. Pela primeira vez os passageiros poderiam ler as últimas, preguiçando nas cadeiras do convés no meio do Atlântico.

Mas o que Marconi queria que fosse noticia, era o seu êxito nas comunicações transatlânticas.

"Marconi estava ciente da sua reputação e do seu estatuto, porque não possuía estudos académicos. Viera do nada, tentando provar que os outros estavam enganados, seria um golpe muito duro para o seu orgulho. Ele era sem dúvida um homem muito orgulhoso"

Com os cofres da empresa novamente cheios, um Marconi determinado regressou a Glass Bay para terminar o que tinha começado. Transferiu a estação mais para o interior, para um terreno com 160 hectares e iniciou a construção de um colossal sistema único no mundo. Um circulo de mastros de 55 metros de altura, com um diâmetro de 800 metros, suportava 200 condutores de antena. Quatro torres gigantescas guiavam as antenas para o edifício que abrigava o transmissor. Como Torres de Babel, as bizarras estruturas dominavam a paisagem. A opinião pública não sabia o que pensar de Marconi e da sua TSF, mas estava completamente fascinada.

" Um jornal Gaélico, tentou explicar aos seus leitores o que era a TSF, e recorreu ao Gaélico, até porque não havia palavras em inglês. Tentou três ou quatro combinações de palavras. Por fim, escolheu duas palavras, coger hair, que querem dizer "pai", para significar "o pai da TSF", mas depois acharam que ainda não estava correcto e arranjaram outra expressão gaélica, algumas semanas depois, coger affaer, que significava "Sussurros no ar". Era assim que os Gaélicos se referiam ao que Marconi estava a fazer: sussurros no ar"

Passado dois anos Marconi não se aproximava mais do seu objectivo, estava física e emocionalmente exausto e à beira do colapso.

"Deve ter sido muito difícil trabalhar sob criticas constantes, porque durante anos e anos ele foi criticado no mundo inteiro. Grandes vultos afirmavam
que aquilo era absurdo, que não ia funcionar, que ele não passava de um lunático. São coisas que afectam a personalidade."

Marconi então com 30 anos, pensou em abandonar o seu projecto, em vez disso apaixonou-se loucamente. Beatriz Obraien tinha 19 anos e era filha de um Aristocrata Irlandês, o Lord Lady Inchquin

"A minha mãe ficou muito surpreendida por aquele Italiano se interessar por ela. Era muito ingénua, nessa altura. Portanto ficou contentíssima , chegou a casa e disse "Tenho um namorado", mas o pai, embora conhecesse os feitos de Marconi, não viu com bons olhos que uma das filhas viesse a casar com um Italiano." Beatriz e Marconi casaram na igreja mais elegante de Londres S. George em Hannover square.


Comentários

Aparentemente o conteúdo parece ter sido extraído de boas referências, no entanto as referências bibliográficas não foram colocadas o que tornam inválidas todas as informações. Assim como Landell patenteou sua invenção do rádio, o que dizer de provas irrefutáveis sobre a veracidade das informações? É claro que Marconi tem muitas testemunhas que podem colocá-lo em posição de precursor da invenção. Será?


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