Plantão desportivo - Pg3

Separadores primários


PLANTÃO DESPORTIVO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL



FACULDADE DE BIBLIOTECONOMIA E COMUNICAÇÃO

DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
BIB 02418 - Projeto Experimental em Jornalismo I – Monografia

O PLANTÃO ESPORTIVO COMO MEIO COMPLEXO DE INFORMAÇÃO

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Quadro 6:

REGIÃO NORTE

NÚMERO DE EMISSORAS DE RÁDIO

Acre

5

Amapá

6

Amazonas

17

Pará

31

Roraima

20

Rondônia

1

Tocantins

7

TOTAL

87

Fonte: Anuário Brasileiro de Mídia

Conforme dados coletados em junho de 1999, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) possui no Brasil 1443 emissoras de rádio e 786 emissoras de televisão afiliadas. Do total de rádios, 768 são emissoras que atuam em amplitude modulada (AM) e 675 em freqüência modulada (FM). Dessa forma é possível verificar que o rádio é o veículo de comunicação que atinge o maior número de pessoas e que possui grande quantidade de opções disponíveis aos ouvintes quanto a programação e estilos. Portanto, verifica-se uma verdadeira multiplicação do meio de comunicação radiofônico em nosso país no final dos anos 90.

3 – O RÁDIO ESPORTIVO

O primeiro tempo

O rádio em seus primórdios pretendia trazer para os ouvintes uma programação de cunho eminentemente cultural. Com a possibilidade de vender espaços publicitários durante a programação, era preciso atingir um número mais amplo de ouvintes. Dessa forma, com o objetivo de popularizar o veículo, as emissoras criaram uma grade de programação que abria generosos espaços para programas de auditório, esquetes de humor, shows de música com orquestras e cantores contratados pelas emissoras e as radionovelas, que seduziam os ouvintes com suas histórias cheias de efeitos sonoros e muita imaginação. Nesse mesmo período, claro que de forma muito incipiente, surge o radiojornalismo esportivo. Esse foi um dos primeiros gêneros a cair no gosto do ouvinte, tanto que atualmente a grande maioria das emissoras do Brasil realiza cobertura de futebol, bem como toda a gama de programas permanentes de notícias ou comentários sobre esportes, além das longas jornadas de final de semana.

O futebol é um esporte que mexe com a paixão dos brasileiros, atingindo uma extensa parcela da população. Ao longo das últimas décadas, o rádio esportivo continua ativo, enquanto atrações surgidas no mesmo período na história do rádio como os musicais, o rádio-teatro, rádio-novela, programas de auditório e humorísticos perderam-se no tempo. Agora o show pelas ondas radiofônicas fica a cargo das equipes de esporte das emissoras, que mexem com o imaginário do ouvinte, transmitindo emoções pelas ondas sonoras

3.1 – O Rádio Esportivo no Brasil

No final dos anos 20, o jovem rádio ainda não havia se consolidado como forte veículo de comunicação de massa e estava a procura de uma imagem própria. Nesse período inicial, não existia uma fórmula para a redação das notícias em um veículo emergente. Foi a chamada época do "gilette press ". A explicação desse nome se deve ao fato de que as notícias eram recortadas diretamente dos jornais, passando sem nenhum tipo de redação para as mãos do locutor. O nascimento das informações no jornalismo esportivo não foi muito diferente.

A fase inicial da programação de esportes nas rádios de São Paulo, conforme TOTA (1990:44), aconteceu "pela primeira vez, numa tarde de domingo de abril de 1925, a Rádio Educadora transmitiu os resultados dos jogos de futebol da capital, interior e estrangeiro." Esse foi o período em que as emissoras de rádio não transmitiam as partidas de futebol diretamente dos estádios. Enviados às praças de esportes mandavam telegramas para a emissora com os resultados dos jogos mais importantes da rodada. Posteriormente, eram divulgados no ar pelos locutores. Outro meio utilizado para se conseguir dados sobre os resultados das partidas era o de telefonar dos estúdios da rádio para os clubes ou entidades organizadoras da competição para receber informações. Vale ressaltar, que o período inicial do rádio esportivo acontece na década de 20, quando o sistema telefônico era extremamente precário no Brasil, ou seja, a dificuldade era grande de se conseguir resultados esportivos. Basicamente, as informações eram passadas aos ouvintes nos moldes aos métodos usados pelos plantões esportivos de estúdio atualmente para passar as informações dos demais resultados dos jogos da rodada e que não estão com transmissão direta do estádio. Na opinião de SOARES (1994:17), "o rádio esportivo foi essencial para a transformação do futebol em esporte de massa." É sob esse prisma que começam a se desenvolver as transmissões esportivas no Brasil.

Há um bom tempo, as rádios brasileiras transmitem futebol todos os domingos. Fazendo uma viagem ao túnel do tempo, chegamos no ano de 1931. Em uma tarde de domingo, a Rádio Educadora Paulista colocou o seu microfone no campo da Chácara da Floresta para transmitir ao vivo, pela primeira vez, uma partida de futebol. O pioneiro foi o jovem locutor Nicolau Tuma, que teve a oportunidade de criar um estilo, já que antes nunca ninguém havia feito tal coisa. Diferentemente de hoje, as camisetas dos jogadores não contavam com a numeração, o que dificultava a identificação dos jogadores. Era preciso ir até o vestiário antes do jogo para gravar aspectos físicos dos jogadores e transmitir exatamente quem estava com a bola dominada com maior fidelidade.

O período inicial das transmissões esportivas em São Paulo, é de um tempo em que não havia cabines de rádio para os membros da imprensa ficarem. Nicolau Tuma recordou em entrevista para SOARES (1994:30) , como foi a abertura da sua primeira irradiação: "Eu estou aqui no reservado da imprensa, contemplando as arquibancadas. Estou ao lado das gerais e vou tentar transmitir para vocês que me ouvem um relato fiel do que irá acontecer no campo." O jogo da transmissão pioneira foi entre as seleções de São Paulo e do Paraná, pelo VIII Campeonato Brasileiro de Futebol. Nicolau Tuma começa a descrever os lances da partida completamente sozinho. Não havia publicidade, que ainda não estava liberada pela legislação no rádio e muito menos outros companheiros para dividir a transmissão como repórteres, comentaristas ou plantão de estúdio. Quando a bola parava, o locutor continuava falando para não deixar espaços. O placar da partida foi digno para ilustrar a primeira transmissão futebolística de um jogo inteiro pelo rádio brasileiro: 6 a 4 para o time paulista. A narração pioneira de Nicolau Tuma foi a primeira de muitas emoções que o rádio esportivo genuinamente do Brasil iria contar para os ouvintes.

3.1.1 – Uma dúvida no ar

Na restrita bibliografia que conta a história do rádio em nosso país, alguns autores não consideram Nicolau Tuma como pioneiro. Maria Bonavita Federico credita a primeira transmissão ao narrador Amador Santos, na Rádio Clube do Brasil. Já o autor Ricardo Murce admite que Amador Santos foi o primeiro a transmitir futebol, mas no estado do Rio de Janeiro. Outra fonte que não credita a primeira transmissão esportiva completa a Nicolau Tuma é um documentário produzido pela BBC, que informa seria a primeira transmissão do locutor Oduvaldo Cozzi, no final da década de 30. Logicamente, essa data acaba com qualquer dúvida, já que Tuma transmitiu no início da década de 30, mais precisamente em 1931. ORTRIWANO (1985:27) afirma que "Nicolau Tuma é considerado o primeiro entre os locutores esportivos." Com base no material analisado é possível concordar com SOARES (1994:18) que coloca

"depois de uma ampla pesquisa em arquivos de jornais do início da década de 30 e de entrevistar vários profissionais do rádio esportivo, comprovamos que Nicolau Tuma é o locutor pioneiro das irradiações de futebol lance por lance. Isto é, primeiro locutor a irradiar uma partida de futebol durante os 90 minutos do jogo e o que criou o estilo de narração que passou a fazer parte da programação esportiva do rádio."

Portanto, a primeira transmissão esportiva do Brasil data de 19 de julho de 1931, iniciando a história do radiojornalismo esportivo.

O pioneirismo nas transmissões esportivas fica a cargo da Rádio Educadora paulista, responsável por irradiar o jogo inteiro diretamente do estádio. Mais tarde, a Rádio Record, também de São Paulo, foi a emissora que melhor se estruturou no início das transmissões esportivas do rádio brasileiro, principalmente depois que passou a ser comandada por Paulo Machado de Carvalho. Os primórdios das informações sobre os resultados esportivos também eram realizadas através de telefonemas das praças esportivas para os estúdios da Rádio Record.

O período de nascimento das transmissões esportivas era o mesmo onde a telefonia existente no país era extremamente precária. Raramente, os locutores esportivos conseguiam finalizar uma irradiação completa sem passar por percalços originados por falhas técnicas. O facilitador sistema de microondas para as transmissões diretas era algo ainda inexistente. A qualidade das transmissões pelo telefone era ruim. Mesmo assim, em muitas ocasiões os vizinhos dos estádios emprestavam suas linhas telefônicas nos dias dos jogos para possibilitar que o jogo chegasse até os ouvintes. Conforma coloca SOARES (1994:32), "na época romântica do rádio esportivo, locutores e operadores faziam grandes esforços para colocar no ar a irradiação de um jogo. Às vezes subiam até em postes da rua e completavam uma ligação clandestina."

Em contrapartida, as facilidades para transmissões esportivas às portas do século XXI, o atraso tecnológico foi um forte opositor das primeiras transmissões. Os pesados microfones funcionavam a carvão. As investidas dos profissionais para a transmissão das partidas diretas provocou uma grande melhoria nos equipamento, influenciando o desenvolvimento também do radiojornalismo, principalmente nas coberturas fora dos estúdios. Nesse período inicial, o rádio esportivo no Brasil realizou a primeira transmissão diretamente da Europa. Conforme SOARES (1994:33), a irradiação

"foi feita pelo locutor Gagliano Neto, em 5 de junho de 1938: Brasil 6 contra Polônia 5. Gagliano narrou diretamente da França, onde estava em disputa a III Copa do Mundo de Futebol. Ele irradiou os cinco jogos do Brasil pela cadeia Byington (formada pelas rádios Clube do Brasil e Cruzeiro do Sul, do Rio de Janeiro; Cosmos e Cruzeiro do Sul, de São Paulo) em combinação com O Globo e o Jornal dos Sports."

O feito parou o Brasil e pode ser considerado um marco para evidenciar o poderio do rádio como um veículo de comunicação fundamental. Antes, alguns locutores haviam realizado transmissões diretamente de países da América do Sul. Infelizmente não foram encontrados registros específicos.

Entretanto o ponto inicial às transmissões de futebol coincide com os primeiros passos do profissionalismo no futebol em janeiro de 1933. A popularidade do esporte e por conseqüência do rádio como um veículo de comunicação fortíssimo, implicaram no início das primeiras transmissões sistemáticas dos jogos. As informações sobre as partidas de futebol não poderiam ficar restritas somente a divulgação dos resultados. Apartir de 10 janeiro de 1933, conforme MENDES (1988:52)

"a Record fez, pela primeira vez no Brasil, coisa ainda não conseguida por nenhuma outra emissora, um serviço esportivo completo que durou mais de um ano, dando aos domingos, durante as competições de futebol, os resultados de todos os jogos que se realizavam em todos os campos do Rio e São Paulo."

Toda uma estrutura técnica disponível na época foi instalada nos principais estádios da cidade de São Paulo. O "speaker metralhadora", como era chamado Nicolau Tuma, narrava os jogos e entrevistava os jogadores. Devido ao sucesso da iniciativa, a Rádio Record começou a formar redes de emissoras que retransmitiam as partidas de futebol. Foi o casamento entre dois empreendimentos emergentes que começavam a se popularizar: o futebol e o rádio. Entretanto, o rádio foi acusado nesse período inicial de afastar os torcedores dos estádios. Esse fenômeno possui um correspondente atual, onde a televisão é condenada por alguns dirigentes por diminuir o número de pagantes nos campos de futebol. Como ocorre ainda hoje, o rádio não paga direito para realizar as transmissões dos estádios. No ano de 1933, o veículo das ondas sonoras foi acusado de causar prejuízo financeiros às arrecadações dos clubes paulistas. No ano seguinte, um acordo entre os clubes deu a rádio Cruzeiro do Sul, propriedade das Organizações Byington, a exclusividade das transmissões esportivas em São Paulo. O direito de transmitir sem concorrência as partidas de futebol dado a Rádio Cruzeiro do Sul teve como agente causador o fornecimento de materiais de iluminação para as praças de esportes a custos mais baixos pelas Casas Byington e outras trocas de gentilezas. Os locutores de outras emissoras faziam loucuras para driblar a proibição das transmissões. Um exemplo citado por SOARES (1994:41), aconteceu quando, certa vez, "Tuma narrou a competição de cima de uma escada de 14 metros, ao lado do campo do Palestra. Para os ouvintes a narração foi tão perfeita que só souberam dos problemas pelo noticiário dos jornais." Ao final de 1937, dez emissoras transmitiam futebol em São Paulo, entre elas Record, Tupi, Bandeirantes, Difusora e Excelsior. A inauguração do Estádio do Pacaembú, de propriedade do município com o jogo em que o Palestra venceu o Coritiba por 6 a 2, em 27 de abril de 1940, possibilitou acomodações para todas as emissoras de rádio de São Paulo. Entretanto o Parque Antárctica (Palestra Itália) e o Parque São Jorge continuaram a ter cabines privativas do Grupo Byington.

3.1.2 – O locutor da gaitinha de boca

Um nome importante da história do rádio esportivo brasileiro foi o de Ari Barroso. Ele iniciou no rádio como pianista, quando já era conhecido internacionalmente como compositor. Os primeiros passos de Ari Barroso como locutor esportivo aconteceram meio que por acaso. No ano de 1937, quando seria realizado um forte embate entre Flamengo e Fluminense, o locutor titular da Rádio Cruzeiro do Sul do Rio de Janeiro teve problema de saúde e ficou impedido de transmitir a partida. Os diretores da emissora decidiram experimentar Ari Barroso na função. A atuação de Ari foi um sucesso. Enquanto irradiava a bola rolando, ele fazia frases e comentários pitorescos. Entretanto, o maior diferencial do locutor seria uma indefectível gaitinha de boca. Como nesse período era evidente a precariedade dos locais destinados às transmissões nos estádios, muitas vezes os gritos dos torcedores abafavam a voz do locutor esportivo durante a narração. Para driblar esse problema, Ari Barroso comprou uma série de gaitas de boca. A cada gol marcado durante a partida, ele emitia um forte ruído, que passou a ser sinônimo de bola na rede.

No centro do país, outros grandes nomes se destacaram na história inicial do rádio esportivo brasileiro. Jorge Cury, Gagliano Neto, Geraldo José de Almeida e Oduvaldo Cozzi são alguns locutores que viraram sinônimo de emoção pelas ondas do rádio durante as transmissões esportivas. O pioneiro da locução esportiva, Nicolau Tuma, largou o rádio em agosto de 1942, quando transmitiu Palmeiras e S. P. R. (atualmente Nacional de São Paulo).

3.1.3 – As primeiras equipes esportivas

Um capítulo importante da história do rádio esportivo brasileiro começou com a Rádio Panameircana, quando esta foi adquirida em 1946 pelo empresário Paulo Machado de Carvalho. Segundo SOARES (1994:45),

"a Panamericana foi a primeira emissora brasileira a se especializar com perfeição na transmissão esportiva. Sua especialização é anterior à tentativa no mesmo sentido feita pela Rádio Continental, no Rio de Janeiro em 1950, então dirigida pelo locutor esportivo Gagliano Neto."

O locutor Pedro Luis foi contratado para formar o primeiro departamento esportivo no rádio brasileiro com um número considerável de profissionais. Antes, as emissoras não contavam com uma organização sistemática no trabalho da cobertura das informações esportivas. Na parte técnica das transmissões houve uma melhora nesse período para desenvolver o trabalho da equipe, com a valorização dos integrantes da técnica. Na pré-história das transmissões esportivas, o locutor nada mais era do que um pobre solitário. Além de transmitir o jogo inteiro sozinho, ainda tinha que instalar toda a estrutura técnica que possibilitaria a transmissão. Quando a bola não estava rolando, o narrador passava o comando para o estúdio, para irem ao ar os comerciais. O encerramento do jogo significava o final da transmissão, já que não existia a figura do comentarista e muito menos do repórter que poderia trazer a palavra dos jogadores e dirigentes no vestiário.

Num momento posterior, os narradores passaram a pedir a opinião dos integrantes da imprensa escrita, que estavam no estádio fazendo a cobertura para o jornal. Eles faziam uma apresentação rápida de como foi o jogo, com a apresentação de um resumo técnico. Pode-se dizer que esse foi o período de nascimento da função de comentarista em uma jornada esportiva. Com o trabalho da Panamericana, a "Emissora dos Esportes", foi criada uma infra-estrutura para realizar uma jornada esportiva semelhante com as atuais, com plantão, narração do jogo, reportagem de vestiário e campo, além do comentário

Alguns nomes apartir desse período foram destacados na história do rádio esportivo paulista, como Ari Silva, que começou no rádio em 1939 com o programa Bola no Ar pela Bandeirantes, antes mesmo da emissora iniciar as suas transmissões. Em 1938, a Cadeia Verde Amarela foi criada por Édson Leite, onde uma rede de emissoras pelo país retransmitiu a Bandeirantes até 1966. Nas conquistas da Seleção Brasileira, nas Copas de 1958 e 1962, a Bandeirantes contava com uma equipe de esportes consagrada, com nomes como Pedro Luís, Sílvio Luiz, Édson Leite, Luis Malton, Alexandre Santos e Atílio Ricoh. Apartir de 1963, a equipe sofre a mudanças com a saída de Pedro Luís, que segue para a Tupi e Édson Leite passa para a TV Excelsior. O período marca a volta de Fiori Gigliotti, o narrador que iniciava a transmissão de uma partida com "Apita o árbitro. Abrem-se as cortinas e começa o jogo, torcida brasileira."

Desse modo, evidencia-se que a organização do esporte como forma de um departamento antecipou a criação dos departamentos organizados de jornalismo pelas emissoras. A reportagem realizada fora dos estúdios pelo jornalismo radiofônico geral também foi fortemente influenciada pela atuação do jornalismo esportivo.

3.2 - O RÁDIO ESPORTIVO NO RIO GRANDE DO SUL

A história do rádio esportivo no Rio Grande do Sul não possui nenhum registro bibliográfico específico. A quantidade de materiais escritos a respeito do rádio gaúcho, como um todo, já é extremamente reduzida. Esporadicamente alguns autores citam fatos relacionados ao surgimento do rádio esportivo. Um artifício utilizado para a descoberta de fatos marcantes desse período inicial e heróico do rádio foi falar com alguns dos personagens vivos dessa batalha, onde as dificuldades de comunicação e o período de descoberta de como fazer rádio esportivo atormentavam aos pioneiros. Muitos fatos se perderam no tempo ou escaparam da memória.

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