
Começando pelos rádios de mesa ou portáteis, de fabrico europeu ou japonês, que habitualmente se vêem em casa das pessoas e que apenas se destinam a escutar as emissoras locais, todos conhecem os “Philips”, “Grundig”, “Hitachi”, “Sony”, “Telefunken”, “Panasonic”, “Aiwa”, “National” e muitos outros.
Outras marcas, que fabricaram bons rádios domésticos a válvulas, como “Bush”, “PYE”, desapareceram ou mudaram de mãos. Hoje em dia, uma só fábrica fornece, por vezes, várias marcas. É o caso da “Sangean”, que fabrica alguns bons receptores de afixação digital de frequência e que fornece a “Roberts” inglesa ou a “Siemens” alemã.

Para rádio escutas, que levam mais a sério o seu passatempo, existem, no entanto, marcas que fabricam receptores mais completos e especializados: - “AOR”, com os seus modelos 7030 e 7030 Plus; - “Drake”, que apresenta o SW8 e o R8B; - “Icom”, que comercializa o IC-R9000, IC-R8500 e IC-R75; - “JRC” (Japan Radio Company) com o NRD-371 e NRD-545; - “Lowe”, com os HF-150, HF-250 e HF-350; - “Ten-Tec”, com os RX-320 e RX-340; - “Watkins-Johnson”, com o seu HF-1000; - “Yaesu”, com o FRG-100.
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