A 28 de Julho de 1924, no Rio de Janeiro, é inaugurada a filial brasileira, para a importação e venda dos produtos Philips fabricados em Eindhoven.
No Brasil, o processo de crescimento da Philips foi idêntico ao acontecido na América., a Philips estava presente com escritórios de representação no Rio de Janeiro desde 1924 e durante a segunda guerra mundial, meados de 1941, tentava escapar dos conflitos entre Alemanha e demais paÃses da Europa, procurando um estado neutro para desenvolver novas tecnologias. Com isso, descobre a necessidade das Forças Armadas Brasileiras de ter uma indústria de electrónica no paÃs.
No inÃcio da década de 40, os equipamentos de comunicação das Forças Armadas Brasileiras estavam obsoletos. Impedida de renová-los devido à s condições mundiais (2a guerra) alem do facto da maior parte desses equipamentos serem de fabrico Telefunken. Sendo assim, o grupo Philips estabelece uma parceria com a Cacique. A Cacique "Indústria Paulista de Electricidade"- foi fundada em 1933 por um grupo de pioneiros, dedicada ao fabrico de rádios, surgindo assim a INBELSA -"Indústria Brasileira de Electricidade S.A."- que teve participação importante no desenvolvimento das telecomunicações brasileiras nas décadas de 50 e 60 fabricando entre outros componentes, transceptores para Onda Curta. Da mesma forma acontece com a IBRAPE ( Indústria Brasileira de Produtos Electrônicos ) e a Philips do Brasil.
Na segunda metade da década de 60, o grupo Philips inaugura em Recife com incentivos fiscais da SUDENE, a Philinorte -"Philips Electrônica do Nordeste"-, voltada para o fabrico de aparelhos e centrais telefônicas.
Os equipamentos fabricados nessa divisão eram tão bons, que se contavam estórias muito divertidas. Diziam na época que para operar as centrais da Philips, havia a necessidade somente de um homem e um cão. O homem para alimentar o cão e o cão para não deixar o homem mexer na central!
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