A história da Odeon

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Logo da Odeon

Falar da história da Odeon não é tarefa fácil. Existem as nomenclaturas Odeon e Odeom, uma acentuada e terminada em (n) e outra com a terminação em (m). A origem das palavras tem como notoriedade variações de línguas de nossos antepassados. De odéon ao grego odeîon representa espetáculos ou peças teatrais vindo dos Antigos gregos, bem como teatro coberto destinado às audições de poetas e músicos. Também têm como sinonímia o auditório para espetáculos teatrais, cinematográficos, para concertos, atos de variedades, etc.

De fato a empresa musical no Brasil trabalhava nesse ramo, principalmente na gravação de discos, até coleções históricas de artistas que fizeram sucesso no Brasil e no mundo. EMI-Odeon ou Odeon, no Brasil, foi uma gravadora que sobreviveu como uma subsidiária da EMI até a metade da década de 1980, quando acabou definitivamente.

A maioria dos lançamentos dos Beatles, incluindo os álbuns solos, apareceram pela Odeon no mercado da Alemanha, Japão, Espanha, América do Sul, e França; alguns destes demoraram para reconhecer a Apple Records, até 1971, mas voltaram a usar o selo da EMI-Odeon por volta de 1976.

A EMI permanece no Brasil, pelo nome de EMI Music Brasil. Uma das melhores páginas da rede Mundial de Computadores ( Internet) nos fornecem dados interessantes e valiosos a Wikipédia. A Odeon Records foi uma gravadora fundada por Max Strauss e Heinrich Zunz em Berlim, Alemanha.

Em 1904, a Odeon lançou o primeiro disco de dois lados para um gramofone. Em 1931, a Odeon fundiu-se com a representante filial da Columbia Records do Reino Unido, Electrola Records, HMV, Parlophone e outras marcas, para formar a EMI.

Em 1936, o diretor da filial da Odeon foi forçado a se retirar e foi substituido pelo Dr. Kepler, um membro do Partido Nazista. Em 1939, a Odeon e a Electrola são colocadas e apontados por administradores nazistas. Quando os russos liberaram Berlim em 1945, eles destruíram a maioria de sua fábrica.

Depois de 1945, a Odeon continuou a usar sua marca para impressões feitas para a África Oriental. No Brasil a marca sobreviveu como uma subsidiária da EMI (EMI-Odeon) até a metade da década de 1980, quando acabou definitivamente.

Como os senhores podem notar a Odeon foi uma empresa grande, importante, instalou-se em vários países, inclusive no Brasil tem um acervo grandioso, valoroso e muito assediado pelos colecionadores. Nos Estados Unidos da América do Norte (EUA) uma gama muito extensa de gravadoras num total de 125.

Na realidade uma gravadora tem um papel especial e trabalha como gravadora ou editora discográfica sendo uma empresa que especializa-se em fabricar, desenvolver, distribuir e promover gravações de áudio e vídeo, em vários formatos incluindo CDs, LPs, DVD-Audio, SACDs e cassetes. Com o fim da Odeon a Emi ficou com a incubência de levar a frente o sucesso e o abismo cultural que estava a cargo da Odeon. É de bom alvitre que frisemos que a EMI é a sigla de Electric and Musical Industries Ltd; é uma gravadora localizada na Inglaterra, mais precisamente em Londres e que mantém operações em 25 países; a EMI Group é uma das 4 maiores gravadoras do mundo. Uma empresa de respaldo e de grande peso no ramo musical e fonográfico.

Pegamos um gancho na Wikipédia e anotamos o seguinte: “Foi formada em 1931 pela incorporação da Columbia Gramophone Company e Gramophone Company. Em 1957, para repor as perdas de seus negócios licenciados com a RCA Victor e Columbia Records, afinal, a "Columbia EUA" havia rompido os acordos com a EMI desde 1951, a EMI entrou no mercado americano adquirindo 96% das ações da Capitol Records. Durante as décadas de 1950, 1960 e 1970, a gravadora EMI obteve um grande sucesso no campo da música popular exemplo o José Augusto (cantor) nos anos 70 foi o primeiro brasileiro contratado pela EMI que conseguiu fazer sucesso no exterior na época com o Regime Militar era muito difícil a vantagem foi com o seu Romantismo, através de suas marcas subsidiárias, tais como: Parlophone, HMV, Columbia Records da Austrália, Capitol Records e EMI-Odeon, Virgin Records , Apple Records e Copacabana Records.

Isso fez da EMI uma das gravadoras mais conhecidas em todo o mundo, com uma lista de alguns dos artistas mais famosos em suas respectivas épocas, incluindo Tina Turner, David Bowie, The Beatles, Spice Girls, Queen, Roxette, Pink Floyd, Iron Maiden, The Byrds, The Hollies, The Beach Boys, Maria Callas, Legião Urbana, Cilla Black, Radiohead, Coldplay, Mamonas Assassinas e Thalía. Em março de 2006 a "EMI Group" entrou em negociações para a compra da Warner Music Group - este movimento no mercado fonográfico poderia reduzir de 4 "gigantes" do ramo, para apenas 3 - mas de acordo com o site da Warner, a proposta foi rejeitada. Então, a Warner voltou a mesa de negociações oferecendo a compra da EMI, que rejeitou a proposta. Representantes de ambos os lados continuam mantendo encontros e decidindo quem compra quem.

Lamentamos o desaparecimento da Odeon e com ela a história do rádio ficou bem mais difícil de se estudar, principalmente no aspecto relacionado a cantores, músicas e a história musical brasileira.

António Paiva Rodrigues - Membro da ACI- da ALOMERCE- da AOUVIRCE- da UBT e da AVSPE
Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/artigos/1350242

Ouça uma gravação feita em 1957 demonstrando as virtudes e qualidade dos discos da Odeon gravados em alta fidelidade.


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