Viva-se a vida, porque...

Separadores primários

Neste mundo de incertezas,
De mentiras e verdades,
Nunca é pobre de riquezas,
Quem dá e tem amizades.

Sempre que as minhas dedico,
E que recebo também,
Considero que sou rico,
Mesmo nem tendo um vintém.

Mas há momentos que fico,
Mais pobre do que ninguém,
Mesmo assim, não abdico,
Em vez de mal, fazer bem.

Quando da minha partida,
Para o além conhecido?
Acaba-se a própria vida,
E será tudo esquecido!

!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Encerrar com alegria,
Isso que faz tanta falta,
A todos, no dia-a-dia,
Sentem no corpo e na alma;
Ausência de quanta calma...

Para que tanto servia!
E diz-se ser a culpada,
A vida, que eu nem sinto,
Verifico com preceito,
Tanta falta de respeito.

De tanto, que nem devia,
Ser tratado como tal,
Que eu só digo, ser mal
E quem disso discordar,
Acorde, p’ra quê sonhar!!!


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