Diz na lei da RADIO

Separadores primários

Que cada pessoa singular ou colectiva só pode deter participação em 5 operadores de radiodifusão, só cinco leiam bem...
Coitadinhos dos que sempre tudo deram á causa Rádios Locais e nem uma, participação lhes foi garantida na que existe "graças a si"!
Mas tudo poderá ser achado bom para esses, mas é mal para a maior parte.
Isto porque essa participação, e falo com pleno conhecimento de factos, que embora conste na escritura que é detentor de certa % percentagem, quando a realidade é diferente...
Conheço casos em que uma pessoa colectiva, é detentora em pelo menos 4 operadoras que lhe pertencem, embora se verifique na escritura, a participação de varias pessoas, para inglês ver, "O que a lei encobre".

Comentários

Já tenho escrito BASTANTE acerca disto, mas comprovo nunca ser demais, quando verifico em cada dia que passa ocorrerem situações, sempre tão novas quanto inesperadas.
Acabo de ter conhecimento que a quota de 75% da sociedade; Ecos da Raia, Rádio de Monção foi cedida, e sem o outro sócio detentor de 25% ser consultado.
Não se trata de situação anormal?..
Já sem falar na penhora que está em curso por várias dividas, uma delas cerca de 50.000€ referentes a questões laborais, ao sócio detentor dos 25%.
Mas colocando a questão de novo... Até que ponto terá sido esta cedência
realizada dentro da legalidade, quando nem são conhecidos valores dessa mesma transacção?..
Nem se fala no direito á opção"conforme consta nos estatutos"
No mínimo "a meu ver" é muito estranho, mas não é menos verdade, que o facto "talvez" fique assim mesmo, á vontade do freguês, assim queres, assim tens, porque a lei o admite, permite, ou consente?!

Mais uma situação estranha perante a lei.
Mas... neste belo Pais a beira mar plantado e mais uma ,pois os exemplos deviam vir de cima, e infelizmente e o que se vê.
No entanto tambem me aprás dizer que este tipo de assunto e irrelevante, so pode interessar a quem esta directamente interessado(ou Zangado).No entanto vale o que vale a intenção.
Cumps.

Senhor;
Filipe Magalhães:
Agradeço o seu comentário, tanto quanto o é honesto "creia", admiro a frontalidade com que diz ser irrelevante para aminharadio "quereria referir-se certamente", ou no geral ?
Não é no SITE permitido abordar assuntos que dizem respeito á RADIO de ontem e de hoje?
Permita acrescentar que só se pode assim expressar, quem defacto esteve "e de certo modo ainda está" metido nisso até ao pescoço, eu sou apenas uma vítima, daquilo em que me empenhei de corpo e $$$$ durante décadas.
Cumprimentos e obrigado.

Exmº Senhor: Filipe Magalhães...
Só agora me apercebi da falta de resposta ao compreênssivo comentário, pelo que em resposta nada tenho a acrescentar, mas que estou desiludido e desgostoso, lá isso é verdade, zangado?-
De que me serviria?-
Apesar de irrelevante, não deixa de ter razão quando diz, "os exemplos deviam vir de cima", a quem o diz caro Senhor!
Muito GRATO.

Quando consagra a lei da radio, o dever do socio maioritario apresentar contas ao outro socio?
Quando consagra a lei o direito desse pequeno socio expressar ou discordar "com validade" o que verifica e comprova estar errado na empresa?
Quando consagra a lei o direito a esse mesmo socio, de puder entrar e sair da empresa quando lhe apetecer, e zelar pelos seus desígnios?
Porque a lei parece ter sido moldada para defender o contrario, quando são decorridos anos demais desde que tudo tem inicio e nem se vislumbram melhorias em qualquer alteração até então feita

boa tarde, penso ser irelevante estas negociatas, a maneira lusa... o que interessa e que as radios ser mais, melhores, o resto... sao trocos

Já á tempos o deveria ter feito, mas considero nunca ser tarde para o que quer que seja, aliás conforme diz o ditado "mais vale tarde do que nunca" assim...
Agradecendo o comentário permita acrescentar, certamente nunca esteve metido em tramóias do género e sem saber, vê-se logo!..
Então faço votos para que nunca venha a estar, concerteza que pode ser como muito bem diz, mas porque fás parte da RADIO, não é motivo para o desabafo? OBRIGADO.

Concordo plenamente com a expressão"quando não me tocam" mas nunca devemos pensar só em nós, porque tantos que como eu certamente sofrem de várias formas o tratamento da N/querida e amada "in"justiça, e não os tais trocos, que o autor do texto refere, que "se me é permitido, e respeitando o julgamento que me fás, cumprimento-o respeitosamente, mas aconselho ao mesmo tempo tentar conhecer alguns porquês, pois eles são imensos creia, tanto que fizeram com que a depressão teime em não me abandonar.


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