Aos Radio/Poetas

Separadores primários

As horas de solidão
Não são só do vagabundo
Vai longe a minha ilusão
E a saudade, ao fim do mundo

Obedecendo á vontade
Do sentimento profundo
Eu vou atrás da saudade
Onde chego num segundo

É nas horas em que sonho
Que mais fico a recordar
As distancias que transponho
Sem sair desse lugar!!!

Com asas e alegrias
Que minha ilusão povoa
Vou atrás das fantasias
Com o pensamento á toa

Parece mesmo o momento
Em que a saudade magoa
Mesmo sendo em pensamento
Á gente que assim voa...

Sonhar, faz parte da vida
Ninguém vive sem sonhar
A ilusão não tem medida
Quando começa a pensar!

Porém quando os anos contam!
Pensamos doutra maneira...
E há sempre os que apontam
Como sendo brincadeira!!!

Categoria livre: 

Comentários

Não é comentário, menos critica
É isso sim chamada de atenção
A todos quantos nada querem fazer...
Me interrogo que da sua vida vai ser?
Porque a vida, não é ilusão!!!

Para comprovar tanto existe
Não vivemos sem comer
Sem respirar não se vive
E quando algo progride
É porque alguém assim quer!

Mas nada é comparável
A isso que nem parece
Surgir dum pequeno nada
Tal como surge se apaga
E nem só ao que merece!!!

Tentemos todos unidos
Recolocar no lugar
As coisas que só pertencem
Ao tal ser que nem dispensem
Mas que irão lá parar!!!

Eu gostaria apenas falar do tema RADIOS, mas como desde algu tempo para cá, sinto "me parece" desinteressarem-se por tal, de maneira que, comporto-me da mesma forma, devo seguir ao correr dos ventos...

Assim vos digo amigos
Que as coisas como estão
Sem trabalho, ou quem queira!
Vergar a mola é asneira...
Sabendo quem eles são!

Os da nossa idade agora
Já deram, e trabalharam
Mas alguns, que nem são raros
Saiem ao País bem caros
E ainda embaralharam.

Com tanta terra á vista
Sem produzir mas devia...
Porque não arranjam forma
Ou qualquer coisa com norma
Para a trabalhar sabia?!

Porque recordo meus tempos
Em criança trabalhava
Com pais, e até avós
A forma de nem estarem sós
E fome não se passava!

Vamos senhores governantes
Dar dinheiro a quem trabalha
Pôr a terra a produzir
E não apenas sentir
Fazer bem ao que baralha.

Digo baralha, entendem?
Não, concerteza pensam mal!
Dizem estar no desemprego
Para receberem sem medo,
E assim vai meu Portugal!!!

Fazem biscate aqui
Outro ali e cobram quanto?
Eu assim falo e comprovo
Mas isto nada é novo
Por isso já não me espanto.


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