A rádio contada em imagens (VI)

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Na semana seguinte, a 12 de junho, parecia que o plágio (ou a ausência do inédito) era mais antigo do que o de algumas teses de doutoramento ou notícias dos jornais hoje. Algo teria corrido mal ao poeta, que afirmava ter declamado um poema original. Recitar poesia era um género habitual na rádio daquela época, daí o peso do diseur ou diseuse, como se escrevia então. Mesmo em programas de variedades, a leitura de poemas fazia parte da estrutura, um momento mais sensível e cultural da jornada radiofónica.