Recordar, recuso.

Separadores primários

Como a morte é coisa certa
Que ninguém pode escapar
Aproveite-se bem a vida
Que a todos foi concedida
Para amar e perdoar

Sempre que a minha dedico
E que recebo tambèm
Considero que sou rico
Mesmo sem ter um vintém

Mas há momentos que fico
Mais pobre do que ninguém
Mesmo assim não abdico
Em vez de mal, fazer bem.

Como foi naquela noite
Que recuso recordar
Porque nada me deixaram
Mesmo doutros, me levaram
Só vi na morte, o acabar!

A poesia refere-se ao Blogue "Radios Locais" que para o ("bom entendedor">>>, o resto é sabido, mas para os desconhecedores, acrescento que, <<<"meia palavra basta"), mas quanto mais poderia acrescentar, não só pelo acto em si, mas pela forma como fui tratado, era suficientemente conhecido como RADIOAMADOR, especialmente, além de funcionário publico.

Comentários

Se todos pensassem "tal como o autor" diz a morte, ser coisa certa a que ninguém pode escapar! Mas quantos julgam poder ultrapassar ou retardar e adiar?...
Seria certamente a vida muito mais agradável, estaria isenta a mentira, o ódio, além da injustiça, e tudo que poderia fazer dela essa coisa bela, que na e da natureza é a maior "aparentemente" de todas as coisas, mas que naturalmente o CRIADOR já nem deverá sentir o orgulho esperado.


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