FIM de : Não é história

Separadores primários

Pag:13,e fim.
Porém em 08 de Outubro de 1985 entre Alexandria e Port Said, quatro terroristas Árabes, pertencentes á OLP apoderaram-se do barco, “Achille Lauro”, sequestrando toda a tripulação e passageiros, embora praticamente sem consequências, além da morte de um passageiro, que se prevê ter sido vitima de doença cardíaca, embora meu Chefe, que na altura já era o 1º director de máquinas, fosse atingido também com um tiro numa perna, por desobedecer a uma ordem de um dos terroristas, para que fosse efectuada certa manobra forçada que recusa, e que acabou por nem ser feita.
Decorriam 15 dias, desde que as diplomacias, especialmente a Italiana que, não poupando esforços com o objectivo de pelo menos libertar os passageiros “sãos e salvos” o que pouco a pouco aconteceria e começariam a regressar ao país de embarque, Génova, Itália, por outros meios.
E assim sem mais comentários, culminava toda a contenda, pelo que o barco uns dias depois regressa também a Génova, onde foi submetido a enorme e criteriosa inspecção que duraria cerca de 1 mes, recomeçando a navegar de novo, percorrendo todo o mundo navegando por todos os mares, quando menos se esperava, mais requisitado era por todas as agencias de viagens mundiais “talvez em parte pelo seu passado histórico” que, é de salientar a existência de um Filme, “creio chamar-se" O Sequestro do Achille Lauro, pelo menos com tradução Espanhola, e que “quanto a mim” deveria ser contada a história tal e qual aconteceu, mas que a RAI assim não entendeu, filme no qual entrei também, pois foi realizado num dos anos, 1988 em que ali me encontrava a trabalhar.
Até que acontece a bordo o incêndio que foi dado a conhecer ao mundo através de imensas cadeias de televisão que de imediáto ali se deslocaram, isto em plena navegação e com a carga total de passageiros a bordo, além de outra, uma vez que seu destino era AUSTRALIA, onde como já era habitual na época, durante cerca de 6 a 8 meses aí permanecer e apenas parava para carregar passageiros e alimentos, e no fim de cada cruzeiro, outro de imediáto se seguia e voltava tudo ao inicio, apenas parava para isso, e nesse mesmo fim de tarde partir de novo, pois era sempre aguardado e desejado por imensos turistas.
Mas que em 12-1997 ao largo de Mahé, Victória, o referido incendio o consome totalmente, no pacífico, mas sei, isso sim, sua história ser muito mais rica como extensa e, "como ia dizendo" desconheço, se ficaria ali para sempre, após afundamento forçado, ou não.
FIM de: Não é/História, mas parte da minha vida, "reduzida" mas com certo orgulho, a cujos leitores, agradeço a atenção dispensada, e apresento humildes desculpas, pela ousadia, de todo este meu dilema, e ainda BEM, pois doutra forma nunca conheceria o que conheço, mas, e para quê?
Demonstrada poderá ser certa tristeza, mas com alegrias á mistura porque foi devido ás Rádios Locais a razão/motivo “imprevisto” de toda a trapalhada não, mas a minha estadia/presença a bordo, que quantos terão certamente episódios idênticos, ou talvez mais caricatos, como tristes", alegres, deverão ser considerados tesouros pelo que deverão e terão de ser bem guardados porque nem coragem terão para os contar!

Comentários

Que comentários merecem as palavras escritas, retratos que nem sendo ou fazendo parte de qualquer ou alguma história, e para quê ?...
Poder-se-ão julgar deveras caricatas, mas se algum leitor conhecer ou conhecesse efectivamente a pessoa em questão, como tem sido a sua forma de proceder e ser, certamente teria imensos comentários, mesmo que nem os colocasse, "o que era pena mais lamentável!" porque nem sendo conhecido pelo seu verdadeiro nome, ou apelidos, mas pelo que tendo representado, feito, passado, além do provado, pelo menos desde que regressa de cumprir dever militar em Angola, e posteriormente regressa da Grundig / Braga, para a ENR, já sem referir porque é patente algo no texto, o ser obrigado a ausentar-se do país e apenas dentro dum barco fazer a sua vida "se era" durante que anos?

Poderá o comentário nem ser do agrado do referido ou referente, mas isso nem é questão, quando o mais importante é a verdadeira forma de ver e encarar as situações em que elas poderão ter ocorrido ou mesmo ainda ocorrerem.
Cada forma de ver as coisas, tal como sentí-las poderá ser diferente mesmo que nem dependa de pessoa para pessoa, mas de situações, que a enumerar!
Que, "e já alguns isso mesmo confirmaram" as Radios Locais o Radioamadorismo, se para uns que apenas se limitaram ou limitam a isso apenas tão maravilhoso, tem sido um bonito e agradável ÓBI, já para outros como se não bastasse, foi e tem sido sofrimento, desgosto, perdas de €€€€ desilusão!

Poderá ser dito, comentado, pronunciado, afirmado, menos comprovado não ser o passado de certo modo bonito, não obstante réles, o embrólio que a ele as circunstancias conduziram, embora e conforme é afirmado pelo autor e neste caso interveniente, "graças a tudo isso e quem sabe quanto mais, se não tivessem acontecido nada "pelo menos do género se passaria", e conheceria, e hoje não ter para contar a tal, História que diz nem ser.
Mas, venham muitas como essas, "aminharadio" certamente e os leitores parecem comprovar ter apreciado, razões ?
Também não as colocaram, argumentos mesmo contrários, nenhum.


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