Radio Local, assim ?

Separadores primários

Condenada em 03-2003 pelo Tribunal de Trabalho a pagar ao funcionário em causa, uma indemnização que recusa, apesar de ter recorrido para a Relação do Porto que confirma a decisão.
Não obstante, também recusar muitas outras questões que sabe perfeitamente terem sido executadas legalmente, recusa o entendimento, o diálogo, situações que a serem mantidas, a qualquer momento a radio será mesmo encerrada, pelo menos o alvará poderá ser retirado, como nada tenha a ver, o novo sócio que embora minoritário já deu inicio a todo um processo "comunicado inclusíve á ERC".
Da recusa seguiu-se em 2003 a penhora de todos os equipamentos, mobiliário e não só, mas igualmente os que na serra fazem a recepção e emissão da programação, tal como a respectiva torre, antenas, e o edifício onde se encontram, mas tudo parece ser o desejado pelo gerente, e mesmo sócio gerente, e nem é para admirar, quando se verifica nada a qualquer deles ter custado um único cêntimo, nem tão-pouco saberem, o que é ter de caminhar "mesmo de noite ás escuras sem qualquer tipo de luz" carregando ás costas os equipamentos por velhos caminhos, de carros de bois, carreiros de ovelhas, até ao cimo de montes, quanta vez enterrados na lama, de onde era dificil mudar uma perna, devido á outra se encontrar enterrada, a chuva encharcava todo o corpo de cima a baixo, e por vezes com que vontade de uma simples bucha, mas já era enorme tal como era ainda maior a vontade em concluir e conhecer os resultados dessa experiençia, quando outros préviamente atentos forneceriam as informações via 2 metros dos locais chave estratégicamente programados, mas isso, esses tais que nem referidos merecem ser, esquecem ou nada sabem e talvez até nem acreditem", mas é triste o que se avizinha, e parece pretenderem para a empresa.
É de salientar que a RADIO em questão, é constituída por uma sociedade a dois, onde um deles possui uma quota de 25%, os restantes 75% pertencem ao sócio que aliás "representa outros herdeiros" na firma, e que embirra manter a triste situação de recusar o novo sócio, por sinal a quem a Radio se deve, foi ele que desde inicio se dedicou de corpo, coração e alma.
Recentemente foi requerido "por ele" ao tribunal, que se proceda a Processo Especial de Inquérito Judicial, uma vez que o aludido sócio maioritário se recusa a apresentar contas, bem como da situação económica e financeira da empresa, acrescenta-se, que um dos sócios cede a outrem, a quota que possuía, mas não sem antes “conforme estatutos” comunicar a pretensão/decisão por variadíssimas vezes em cartas registadas com avisos de recepção durante mais de 4 anos, sem nunca obter resposta.
Entretanto e enquanto o inquérito não seja feito, continuam sem ser apresentadas as contas que, na tentativa de tapar os olhos a alguém, resolve o herdeiro/gerente e sócio maioritario, realizar uma assembleia pelo que convoca o sócio cedente da quota de 25%, para aprovar as contas referentes do ano 2000 a 2006, e para decidir sobre a venda da sua quota, tudo á rebelia, pois o sócio cedente nada tem a ver com uma coisa nem com outra, mas naturalmente isto será tido em conta pela Meretíssima Juiz da Comarca de Monção.
No impasse, os anos passam o referido sócio minoritário que nada tem a ver com a situação, "tambem tem afinal", não seria caso para as autoridades competentes actuarem ou entervirem de imediato ? dizem
Pretenderem vender a posição na empresa, mas ainda existirão malucos para a aquisição?
Ainda existirão pessoas "de bem"
que comprem a empresa Radio Ecos da Raia de Monção, sabendo que ela está totalmente falida, neste caso penhorada até ao pescoço? Ora conforme é referido uma quota de 25% é pertença do credor em cerca de 40.000€, "es" trabalhador da empresa com quem alguém nunca falara alguma vez, além do já referido, pode vender-se uma coisa destas sem a ele dar "pelo menos" conhecimento? E isto sem falar nos proc: que decorrem no Tribunal de Monção, mas fico por aqui agora, voltarei se DEUS permitir com mais novidades, entretanto aguardo.

Comentários

Seja-me permitido exclarecer, o seguinte referente á rádio
em questão, que por morte do sócio maioritário em 1998, sucede-lhe um dos herdeiros que representa a mãe/viúva, e outros irmãos, ou irmãs, acontece que a vida desse herdeiro, gerente "conforme refiro", é feita totalmente no Porto, pelo que teve de nomear "sem saber quem" um gerente, que o sócio minoritário discordou, embora também ele renunçia-se a gerençia.
Acontece que seguido ao trágico falecimento, o novo gerente despede sem justa causa um funcionário "conforme provado em Tribunal de Trabalho", mas que até hoje é-lhe recusada a referida indemnização a que tem direito.
Entretanto o sócio que renuncia a gerençia, vende a quota que detinha de 25%, ao funcionário então despedido, facto que desde 2000 vinha a deligenciar comunicando por escrito ao socio maioritario, a decisão identificando inclusíve o interessado comprador, mas da sequençia nunca obtem qualquer resposta, pelo que em 04-2005 far-se-ia a escritura da referida quota mediante as provas das cartas entretanto enviadas, das quais faziam parte varios comprovativos, como registos das mesmas e avisos de recepção.
Após registo da escritura, decorriam 6 meses, quando a referida venda é contestada, recusando até hoje aceitar o novo sócio, pelo que este se viu obrigado á Pretensão de INQUÉRITO JUDICIAL, que decorre como refere o texto.
O novo sócio conhecedor não só da parte técnica, como de toda a organica da radio, estranha o endividamento da empresa, e porque desde 2001 não são apresentadas contas.
Aguarda-se a conclusão da referida pretensão, que parece emperrada.

Não sou apenas eu um desiludido com tanta da trapalhada provocada pelas radios locais, sem falar no desgosto, no prejuizo, e até na esperança de surgir alguém dentro da Assembleia da Républica com a coragem para dar vóz a todos esses e são muitos que fizeram e lutaram para o surgir das Radios Locais, que actualmente estão entregues a quem nada fez e nada percebe, de gestão e menos de como uma radio deverá cumprir o papel que lhe é destinado.
Decorreram anos demais desde que tudo tem inicio, decorreu tempo demais desde que "e continua" a espera de que a lei sirva e consagre os interesses já apontados, mas sem receio de compadres, afilhados, ou autarcas, seria de grande justiça o SEU a seu DONO, os autores de tal proeza "e não foi pequena" alguns perderam tudo por essa ousadia, até a saúde, a familia, e os amigos, esses esqueceram, a lei ou as que tem saido, em nada alteram a situação, tudo pretende dizer o mesmo, não é esse tipo de lei a desejada e aguardada, pois quando da concessão dos alvarás, deveriam ter sido acautelados os referidos interesses já citados, mas mais vale tarde do que nunca, certamente um dia destes surgirá quem no local próprio coloque a mão na ferida, e sejam retirados de cena todos os sacanas que se aproveitaram da situação, melhor do amor que esses dedicaram sem pensar noutra coisa que não fosse a menina de seus olhos, tal como era para si a Radio em que o prendia e estava mergulhado totalmente dia e noite, e não foram uns vulgares anos não, porque as coisas já se arrastavam á muitos anos antes de tudo ter inicio. quem o sabe, só os verdediros que na época faziam o mesmo, e são esses os inconformados, desiludidos, descontentes, prejudicados actuais que a lei não acautelou.
Acordem meus amigos lutemos para obter aquilo a que temos direito, e que a lei nem consagra e porquê ?
Acaso já na época pensava no compadrio?
E então as consequentes alterações, também previam ou preveem o mesmo, pois é sempre o mesma da mesma coisa!
E não é mais do que a hora de dizer BASTA!


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