Diversos

Joana Campina Miguel

Para mim, o Repórter 1 não foi tão simpático como parece ao descrever, em 1944, a nova locutora da Emissora Nacional, Joana Campina Miguel, para a revista Vida Mundial Ilustrada: “cabelos castanhos, nem alta nem baixa, bonitinha, com vinte e um anos que parecem menos, e aluna da Faculdade de Letras, à beirinha da formatura”. Ela também não fora acessível, respondeu ao jornalista somente no tempo de passagem de um disco e não lhe deu uma sua fotografia para publicar na revista.

Fotos: 
Imagem: 
Joana Campina Miguel
Outra foto de Joana Campina Miguel

Maria Júlia Guerra

“Ao segundo sinal serão onze horas, seis minutos e dez segundos” (“Diário Popular”, 29 de março de 1973). A voz de Maria Leonor Magro era substituída pela de Maria Julia Guerra.

A “voz pousada e bem articulada” da locutora da Emissora Nacional fora escolhida para o novo sistema de informação horária dos Telefones de Lisboa e Porto.

Fotos: 
Imagem: 
Maria Júlia Guerra
Outra foto de Maria Júlia Guerra

Maria Júlia Guerra

“Ao segundo sinal serão onze horas, seis minutos e dez segundos” (“Diário Popular”, 29 de março de 1973). A voz de Maria Leonor Magro era substituída pela de Maria Julia Guerra. A “voz pousada e bem articulada” da locutora da Emissora Nacional fora escolhida para o novo sistema de informação horária dos Telefones de Lisboa e Porto.

Fotos: 
Imagem: 
Maria Júlia Guerra
Outra foto de Maria Júlia Guerra

História da rádio do Porto contada às novas gerações (XII)

[decidi findar abruptamente a série; como na televisão, talvez surja uma segunda temporada…)

Na morfologia dos contos de fadas de Vladimir Propp, as personagens dividem-se consoante a esfera de ação: agressor (que faz mal), doador (a dar o objeto mágico ao herói), auxiliar (ajudante do herói), princesa e pai (não necessariamente o rei), mandador (que manda), herói e falso herói.

Fotos: 
Imagem: 
Foto sobre a rádio no Porto
Outra Foto sobre a rádio no Porto

História da rádio do Porto contada às novas gerações (X)

A rádio é indissociável da música. Durante muitas décadas, a forma de contactar com a música - e as suas novidades - foi quase apenas possível através da rádio. Destaco aqui dois momentos: o dos locutores que também cantavam e as artistas da rádio, ligadas por um acordo com as estações e, depois, a participarem em concursos de reis ou rainhas da rádio.

Fotos: 
Imagem: 
História da rádio do Porto
Outra foto

História da rádio do Porto contada às novas gerações (IX)

Quero voltar um pouco atrás neste folhetim sobre a rádio no Porto, recuando ao início de 1935. Então, havia estações como Sonora Rádio e Invicta Rádio, desaparecidas anos depois [a segunda apenas com mudança de nome]. Sonora Rádio teve sucesso, nomeadamente em termos de noticiários sob a forma de magazine, que a Emissora Nacional se apropriaria.

Fotos: 
Imagem: 
História da rádio do Porto
Outra foto
Outra foto
Outra foto
Outra foto

Rui Pedro, um locutor

Recupero uma peça jornalística sobre o locutor Rui Pedro, editada na revista Flama, de 3 de Abril de 1970. Então, Rui Pedro era (fora) redator-publicitário nos Parodiantes de Lisboa e locutor e assistente do programa PBX (embora num curto período de tempo em 1968). Na peça, o locutor distingue dois tipos de rádio – oficial (pública) e comercial, esta a viver então um importante momento através do trabalho de novos e bons profissionais.

Fotos: 
Imagem: 
Foto de Rui Pedro
Outra foto de Rui Pedro

Rainhas da rádio

Recordo Júlia Barroso, a primeira rainha da rádio no já longínquo ano de 1951. Mais tarde, por exemplo em 1964, as premiadas (rádio e televisão) seriam Simone de Oliveira e Madalena Iglésias. Lurdes Resende seria outra vencedora do concurso, com a revista Flama a ser a entidade promotora.

Fotos: 
Imagem: 
Rainhas da rádio
Outra foto
Foto de Simone de Oliveira
Outra foto de Simone de Oliveira

Páginas