Galerias privadas

Carlos Silva

Carlos Silva foi um locutor e realizador de rádio no Porto. Ele criou um dos primeiros programas noturnos da rádio portuense, no ano de 1953, Última Hora. Foi ele o iniciador do programa que mais entrou pela madrugada, no tempo em que as estações fechavam à meia-noite. Ele faleceu em outubro de 2014.

Fiz-lhe uma entrevista notável (para mim) em Agosto de 2012. De tão entusiasmado, fomos do café onde decorrera a entrevista para casa dele, onde me mostrou documentos relacionados com a sua actividade. Foi um momento inolvidável.

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Foto de Carlos Silva

Artur Agostinho (1920-2011)

Artur Agostinho fez o percurso profissional na rádio, primeiro como locutor amador, em 1938 na Rádio Luso, tendo passado também pela Voz de Lisboa, Clube Radiofónico de Portugal, Rádio Peninsular e Rádio Clube Português. Com 25 anos, entrou na Emissora Nacional (1945). Foi figura marcante do jornalismo desportivo radiofónico, caso de relatos de jogos de futebol e reportagens da Volta a Portugal em bicicleta. No período após 1974, esteve seis anos no Brasil, dos quais dois anos na Rádio Globo, e fundou o jornal Portugal Esportivo.

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Foto de Artur Agostinho
Outra foto de Artur Agostinho
Artur Agostinho, humorista

Alice Cruz

Alice Cruz (1940-1994) nasceu na Póvoa de Varzim e foi com sete anos para Angola. Num liceu de Luanda, estudou até ao sexto ano, no ramo de Ciências, sonhando com o curso de medicina. Uma biografia dela dá-a a trabalhar na Rádio Ecclesia (Emissora Católica de Angola) aos quinze anos. Depois, em 1958, concorria como locutora de 1ª classe, ficando a trabalhar na Emissora Oficial de Angola. Programas em que se destacou foram: Chá das Seis e Meia, Mondscope e Nós e os Ouvintes. Apresentou programas de auditório (espetáculos de variedades).

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Foto de Alice Cruz

Reportagem no ar de Tempo Zip

Naquele dia, Vera Lagoa foi generosa na prosa (Rádio & Televisão, 4 de abril de 1970). Ida no avião Caravelle (TAP), na inauguração do programa Tempo Zip, encontrou-se com Fialho Gouveia, José Nuno Martins, Joaquim Letria, Edite Soeiro, Mário Zambujal e Baptista-Bastos. Uma inauguração assim, num avião novo que partiu de Lisboa, andou pela península de Setúbal e regressou a Lisboa, nunca tinha acontecido. Depois, já nos estúdios da Rádio Renascença, ela cruzou-se com Manuel Freire, João Paulo Guerra (sem barba mas com um grande bigode), Raul Solnado, Torcato da Luz e Carlos Cruz.

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Foto de Vera Lagoa
Outra foto de Vera Lagoa
Outra foto de Vera Lagoa

Tópicos para a compreensão das editoras discográficas portuguesas na década de 1980

(mensagem totalmente baseada em texto publicado no sítio Sinfonias de Aço)

Distingo editoras grandes (Valentim de Carvalho, Estúdio RPE/Angel Studio, Rádio Triunfo, Arnaldo Trindade, Musicorde, Namouche) e outras.

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Foto de Hugo Ribeiro
Outra foto de Hugo Ribeiro
Outra foto de Hugo Ribeiro

Ruy Castelar e Noite é Nossa

Noite é Nossa foi um programa das 3:00 às 6:00 em Rádio Clube Português de 1967 a 1975: “muitos ouvintes, que toda a noite trabalham nos mais diversos misteres, escolhem a nossa música e as nossas palavras como companhia para as suas labutas”. Música do jazz ao ié-ié, da cançoneta romântica ao fado sentimental, lia-se na notícia (Plateia, 9 de abril de 1968).

As três últimas imagens foram retiradas da página do Facebook de Ruy Castelar, a penúltima com Maria Marques Pereira, Fernando Maria e Carlos Rebelo e a última com Armando Marques Ferreira, à esquerda.

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Foto de Rui Castelar
Imagem retirada do FaceBook de Rui Castelar
Imagem retirada do FaceBook de Rui Castelar
Imagem retirada do FaceBook de Rui Castelar

Maria Leonor Magro

O semanário Ponto não chegou a durar dois anos (1980-1981). Um dos seus jornalistas era Baptista Bastos, com boas entrevistas, caso da feita a Maria Leonor Magro, locutora famosa na sua época (edição de 19 de fevereiro de 1981).

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Foto de Maria Leonor
Foto de Maria Leonor

História da rádio do Porto contada às novas gerações (VIII)

Folhetins radiofónicos, relatos de futebol (mais hóquei em patins e volta a Portugal em bicicleta) e publicidade seriam três dos principais géneros da rádio. A publicidade não é propriamente um programa mas serve para manter as rádios comerciais financeiramente saudáveis.

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História da rádio do Porto contada às novas gerações
Outra foto
Outra foto
Outra foto

História da rádio do Porto contada às novas gerações (VII)

Um folhetim tem personagens más. Eu, confesso, tive dificuldade em encontrar alguém com esse perfil. Mas descobri em Rui Vieira Peixoto Vilas-Boas, visconde de Guilhomil, com escritório na rua de Santo António, hoje 31 de janeiro, 176, uma figura detestável. Antes de avançar, lembro que ele foi avô ou bisavô de um antigo treinador de futebol do F. C. Porto e atualmente do Marselha, André de nome próprio, que pode ostentar esse título nobiliárquico.

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História da rádio do Porto contada às novas gerações
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História da rádio do Porto contada às novas gerações (VI)

Em 1940, celebravam-se os centenários de Portugal com uma exposição do mundo colonial, a fazer de conta que o país era um oásis face à Espanha derrubada por uma tremenda e sangrenta guerra civil e à Europa a ser devastada por uma das maiores e cruéis guerras entre povos. O ideólogo António Ferro propunha uma cultura harmoniosa em que a tradição se combinava com a modernidade, exibindo habitantes das depois designadas províncias ultramarinas como se fossem atores num museu ou dentro de uma montra.

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Recorte de "Rádio Nacional
Recorte de "Rádio Nacional
Recorte de "Rádio Nacional

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