Galerias privadas

5. AGA Baltic 332, 1943 outro detalhe

AGA Baltic 332, 1943
Restaurado por Júlio Branco, Portugal

Quanto à parte electrónica, só tinha uma válvula, (UBF11), todas as outras tive de as adquirir através da Net, num site alemão. Também tinha o transformador de saída, queimado, mandei-o bobinar, substitui alguns componentes, tais como, condensadores electrolíticos, condensadores de papel, ainda do meu velho stock quando era jovem e algumas resistências, e lá está a trabalhar como se fosse novo e todo vaidoso. O altifalante tinha a bobine colada ao núcleo magnético devido à ferrugem, teve de levar um cone novo.

Imagem: 
AGA Baltic 332, 1943 outro detalhe

1. AGA Baltic 332, 1943 início

AGA Baltic 332, 1943
Restaurado por Júlio Branco, Portugal

Nunca trabalhei em madeira, nem tinha lido nada sobre como se trabalha. Não sabia o que era uma plaina, uma goiva, um arco pua, um formão, etc., etc..
Um dia senti necessidade de aprender a trabalhar a madeira, por um episódio que se passou comigo, e que me tocou no “fundo”: Num dos exercícios físicos que faço pela manhã na minha Aldeia, ao passar por um contentor de lixo, reparei que ao lado dele jazia um rádio no chão “moribundo” e pareceu-me ouvi-lo a pedir-me socorro.

Imagem: 
AGA Baltic 332, 1943 início

11. Siera_SA2073Z, 1954 outro detalhe

Siera_SA2073Z, 1954
Restaurado por Júlio Branco, Portugal

Outro detalhe do final do trabalho

É esta uma das histórias do coleccionador de rádios a válvulas Júlio Branco. Pode saber mais sobre a sua colecção no Agregador de coleccionadores e saber também se Seria o rádio que me marcou o futuro?

Imagem: 
Siera_SA2073Z, 1954 outro detalhe

7. Siera_SA2073Z, 1954 lima

Siera_SA2073Z, 1954
Restaurado por Júlio Branco, Portugal

Depois de estar bem seca, com uma lima bastarda de meia cana, retira-se a fibra em excesso no interior e no exterior. De seguida afaga-se levemente com uma lima murça para retirar os vincos deixados pela lima anterior.

Imagem: 
Siera_SA2073Z, 1954 lima

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