Galerias privadas

História da rádio do Porto contada às novas gerações (IV)

Das estações que formaram os Emissores do Norte Reunidos no início da década de 1950, quatro eram originadas em empresas comerciais de venda de marcas de recetores de rádio e/ou reparação de recetores: Rádio Porto, Ideal Rádio, ORSEC e Electro-Mecânico. A quinta estação tinha a designação de Rádio Clube do Norte (antiga Rádio Invicta). Outra estação, Portuense Rádio Clube, não aderiu a esse movimento associativo e acabou por desaparecer em 1955.

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História da rádio do Porto contada às novas gerações (II)

Rogério Almeida Russo tinha tudo para ser um dos nomes principais da rádio portuguesa. A par de Jorge Botelho Moniz, um dos fundadores de Rádio Clube Português, e de monsenhor Lopes da Cruz, um dos proprietários iniciais de Rádio Renascença. A estação Portuense Rádio Clube foi, possivelmente, a mais criativa das rádios portuguesas. Como Botelho Moniz, Rogério Russo era capitão do exército e conseguiu com outros criar uma associação radiofónica pujante para aquela época (com forças vivas políticas, comerciantes e artistas, além do grande apoio de centenas de sócios da cidade).

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História da rádio do Porto contada às novas gerações
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História da rádio do Porto contada às novas gerações (I)

Como eu gostaria de ser folhetinista como o grande escritor Camilo Castelo Branco, sigo a sua estratégia e escrevo aqui uma espécie de folhetim sobre a vida da rádio no Porto. Previno que nem tudo o que vou dizer em episódios sucessivos é absolutamente verdade, pois me permito a faceta do escritor que escreve um romance histórico. Falarei de pessoas, episódios e estruturas, esperando que gostem.

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História da rádio do Porto contada às novas gerações

A história da rádio segundo Álvaro de Andrade (parte 2)

Álvaro Andrade, também funcionário da Emissora Nacional e chefe de redação em Rádio Semanal à época, desempenhou o papel de crítico do cronista. Não seria melhor ele pedir aumento de salário diretamente ao presidente da Emissora Nacional?

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Álvaro Andrade
Álvaro Andrade
Álvaro Andrade
Álvaro Andrade
Álvaro Andrade
Álvaro Andrade

A história da rádio segundo Álvaro de Andrade (parte 1)

Álvaro de Andrade ( Álvaro Jorge Vaz Ferreira de Andrade, 1894-1976) foi jornalista, radialista e homem de teatro. Ele começou a sua atividade de jornalista no Século. À volta de 1920, entrou para o Diário de Lisboa como secretário da redação, passando a chefe de redação, função que exerceria ainda no Diário da Manhã, no Jornal do Comércio e das Colónias e nas revistas Ilustração, Notícias Ilustrado, Vida Mundial Ilustrada, O Cartaz e Hoje. Por questões de necessidade política, também dirigiu A Bola em 1945 (os seus diretores não podiam assumir a função por problemas políticos).

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Foto de Álvaro de Andrade
Foto de Álvaro de Andrade
Foto de Álvaro de Andrade
Foto de Álvaro de Andrade
Foto de Álvaro de Andrade
Foto de Álvaro de Andrade

O massacre de Munique em 1972 e o seu reflexo na rádio portuguesa

Em 7 de setembro de 1972, dois programas da Rádio Renascença eram suspensos. De produtores independentes, José Manuel Nunes e Adelino Gomes dirigiam Página 1 (19:30 às 21:00) e João Paulo Guerra era o responsável por Tempo ZIP (00:00 às 3:00). No começo da década de 1970, parte da programação da Renascença destacara-se pela sua qualidade, recordando ainda o programa 23ª Hora, que vinha de 1959 e se tornara uma referência com João Martins e batia a concorrência de Rádio Clube Português à noite.

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Diário Popular de 7 de setembro de 1972
Diário Popular de 13 de dezembro de 1973

Elemento para uma história da rádio do império

Em 1968, programas da rádio portuguesa estendiam-se às então colónias africanas. Aqui, estão dois casos. Um deles é A Voz do Casa Pia, de Rádio Peninsular para Rádio Clube de Angola, Rádio Clube de Moçambique e Emissora Oficial da Guiné Portuguesa, atual Guiné Bissau. Foi nesse programa que Aurélio Carlos Moreira se estreou na rádio, há já 61 anos. Então, a Casa Pia recolhia crianças órfãs e abandonadas e dava-lhes formação; hoje, a sua missão é a promoção dos direitos e a proteção das crianças e dos jovens.

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Diário Popular de 8 de outubro de 1968
Diário Popular de 20 de outubro de 1968Outro recorte de jornal

Música ao vivo e música gravada na rádio

No seu livro, Crisell (2012) interroga-se: a rádio nasceu para transmitir música ao vivo ou música gravada? Ora, estão aqui dois eixos estruturantes da rádio musical. E o autor distingue os programas em direto e os registos feitos pelas próprias estações, que incluíam gravações comerciais, como os discos de gramofone.

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Andrew Crisell

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