Galerias privadas

A rádio contada em imagens (VII)

Ao longo da década de 1930, o registo musical alterou-se com a eletrificação do som. O cantor descobriu que, ao estar perto do microfone, podia baixar a voz e cantar com a sua voz natural, em vez da sonoridade operática artificial que a projetava. Foi o tempo dos crooners, a cantarem de modo mais íntimo e sensual. Por isso, a imagem de 19 de junho de 1947.

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Cantor

A rádio contada em imagens (VI)

Na semana seguinte, a 12 de junho, parecia que o plágio (ou a ausência do inédito) era mais antigo do que o de algumas teses de doutoramento ou notícias dos jornais hoje. Algo teria corrido mal ao poeta, que afirmava ter declamado um poema original. Recitar poesia era um género habitual na rádio daquela época, daí o peso do diseur ou diseuse, como se escrevia então. Mesmo em programas de variedades, a leitura de poemas fazia parte da estrutura, um momento mais sensível e cultural da jornada radiofónica.

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Notícia jornal

A rádio contada em imagens (IV)

Em 1947, no país ainda não se pensava em televisão. Mas ela já fora experimentada antes do início da II Guerra Mundial em França, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos. Cada país tinha o seu sistema técnico de televisão. Durante o conflito mundial, as emissões pararam, mas regressaram em 1945. Primeiro naqueles países, depois noutros. Em Portugal, só houve emissões experimentais em setembro de 1956 e, depois, de modo regular, a partir de março de 1957.

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Entrevista a um guarda-redes

A rádio contada em imagens (II)

A 2 de junho de 1946, o tema era cartas ao leitor e ao ouvinte. A sua publicação poderia ter alguma construção do editor ou realizador. Por exemplo, chamar a atenção de um problema – de trânsito, de limpeza, de sociedade. Numa coluna (jornal, rádio, internet), o autor, a partir de dados recolhidos, escreve, embora haja questões éticas eliminadas por este procedimento.

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Cartas ao leitor

A rádio contada em imagens (I)

Nos anos de 1946 e 1947, a publicação Rádio Nacional inseriu um conjunto de desenhos ou vinhetas que poderiam formar uma espécie de banda desenhada sobre a rádio. Aqui, escolhi a grande maioria das imagens editadas – 21, mais precisamente -, algumas com uma riqueza de pormenores a precisarem de interpretação. A Rádio Nacional era propriedade da empresa Jornal do Comércio e Colónias. A empresa jornalística teria feito um contrato com um fornecedor de desenhos, a espanhola Sintonia (os desenhos humorísticos aparecem ainda com as marcas O-20 e F).

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Imagem respeitante à idade provecta da música

Programas noturnos em 1970

A revista Rádio & Televisão, de 27 de junho de 1970, dedicou oito páginas aos programas noturnos da rádio, como Tempo Zip, PBX e 180, essenciais para compreender a cultura radiofónica de então. Nomes como José Fialho Gouveia, Carlos Cruz, José Nuno Martins, João Paulo Guerra, Joaquim Furtado, João Paulo Diniz, Alice Cruz, Júlia Maria, Alfredo Alvela, Paulo Cardoso e José Duarte emergem da reportagem. E a cantora Simone de Oliveira, num momento de transição da sua carreira, a fazer de locutora do programa 180.

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Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg1
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg2
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg3
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg4
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg5
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg6
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg7
Revista Rádio & Televisão, 27 de junho, 1970, pg8

Rádio Peninsular

– Com que então, vai alistar-se na marinha… Sabe nadar?
– O quê? Então não há barcos?

Disse a marquesa para o mordomo:
– José. O gato tem andado ultimamente tão triste! Hás-de levá-lo a ver um filme com o rato Mickey para se distrair um pouco.

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Foto alusiva ao tema
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Clube das Donas de Casa

O Clube das Donas de Casa (CDC) foi um programa de grande impacto na década de 1960 junto do público feminino. Para além de música e conselhos, o programa fazia a promoção de um cabaz de natal, em época em que os hábitos de consumo (muito contidos, até pelo fraco poder de compra) eram diferentes dos atuais.

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Capa do convite de 1967

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