Galerias privadas

Francisco Igrejas Caeiro

Em 1951, Francisco Igrejas Caeiro aceitou o convite para organizar espetáculos musicais nas cidades e vilas onde terminavam as etapas da volta a Portugal em bicicleta, ao longo das semanas da competição. Os espetáculos eram gravados no local do fim da etapa da volta em ciclismo, enviados de motocicleta ou de comboio para Lisboa e transmitidos em Rádio Clube Português no dia seguinte ou dias subsequentes, com uma grande audiência a somar às enchentes dos espetáculos nos locais onde eles se realizavam. Isso significava organização, transportes e artistas, numa forma de rentabilizar recursos.

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Companheiros da alegria

Joana Campina Miguel

Para mim, o Repórter 1 não foi tão simpático como parece ao descrever, em 1944, a nova locutora da Emissora Nacional, Joana Campina Miguel, para a revista Vida Mundial Ilustrada: “cabelos castanhos, nem alta nem baixa, bonitinha, com vinte e um anos que parecem menos, e aluna da Faculdade de Letras, à beirinha da formatura”. Ela também não fora acessível, respondeu ao jornalista somente no tempo de passagem de um disco e não lhe deu uma sua fotografia para publicar na revista.

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Joana Campina Miguel
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Maria Júlia Guerra

“Ao segundo sinal serão onze horas, seis minutos e dez segundos” (“Diário Popular”, 29 de março de 1973). A voz de Maria Leonor Magro era substituída pela de Maria Julia Guerra.

A “voz pousada e bem articulada” da locutora da Emissora Nacional fora escolhida para o novo sistema de informação horária dos Telefones de Lisboa e Porto.

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Maria Júlia Guerra
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Maria Júlia Guerra

“Ao segundo sinal serão onze horas, seis minutos e dez segundos” (“Diário Popular”, 29 de março de 1973). A voz de Maria Leonor Magro era substituída pela de Maria Julia Guerra. A “voz pousada e bem articulada” da locutora da Emissora Nacional fora escolhida para o novo sistema de informação horária dos Telefones de Lisboa e Porto.

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Maria Júlia Guerra
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História da rádio do Porto contada às novas gerações (XII)

[decidi findar abruptamente a série; como na televisão, talvez surja uma segunda temporada…)

Na morfologia dos contos de fadas de Vladimir Propp, as personagens dividem-se consoante a esfera de ação: agressor (que faz mal), doador (a dar o objeto mágico ao herói), auxiliar (ajudante do herói), princesa e pai (não necessariamente o rei), mandador (que manda), herói e falso herói.

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História da rádio do Porto contada às novas gerações (X)

A rádio é indissociável da música. Durante muitas décadas, a forma de contactar com a música - e as suas novidades - foi quase apenas possível através da rádio. Destaco aqui dois momentos: o dos locutores que também cantavam e as artistas da rádio, ligadas por um acordo com as estações e, depois, a participarem em concursos de reis ou rainhas da rádio.

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História da rádio do Porto
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História da rádio do Porto contada às novas gerações (IX)

Quero voltar um pouco atrás neste folhetim sobre a rádio no Porto, recuando ao início de 1935. Então, havia estações como Sonora Rádio e Invicta Rádio, desaparecidas anos depois [a segunda apenas com mudança de nome]. Sonora Rádio teve sucesso, nomeadamente em termos de noticiários sob a forma de magazine, que a Emissora Nacional se apropriaria.

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História da rádio do Porto
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Rui Pedro, um locutor

Recupero uma peça jornalística sobre o locutor Rui Pedro, editada na revista Flama, de 3 de Abril de 1970. Então, Rui Pedro era (fora) redator-publicitário nos Parodiantes de Lisboa e locutor e assistente do programa PBX (embora num curto período de tempo em 1968). Na peça, o locutor distingue dois tipos de rádio – oficial (pública) e comercial, esta a viver então um importante momento através do trabalho de novos e bons profissionais.

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Rainhas da rádio

Recordo Júlia Barroso, a primeira rainha da rádio no já longínquo ano de 1951. Mais tarde, por exemplo em 1964, as premiadas (rádio e televisão) seriam Simone de Oliveira e Madalena Iglésias. Lurdes Resende seria outra vencedora do concurso, com a revista Flama a ser a entidade promotora.

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Rainhas da rádio
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Foto de Simone de Oliveira
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