Tecnologia e informática

Presente e futuro das Ondas Curtas


ONDAS CURTAS - PRESENTE E FUTURO



Transceptor Kenwood miniatura


As ondas curtas ainda são eficazes hoje em dia?
A resposta é "SIM"! Ainda existem milhões de ouvintes de ondas curtas em vários países ao redor do mundo, e em algumas áreas, estes ouvintes de ondas curtas parecem estar a aumentar no século XXI.

Receptores para a escuta de Ondas Curtas


MARCAS DE RECEPTORES DE RÁDIO



Rádio SIEMENS 

multibanda


Começando pelos rádios de mesa ou portáteis, de fabrico europeu ou japonês, que habitualmente se vêem em casa das pessoas e que apenas se destinam a escutar as emissoras locais, todos conhecem os “Philips”, “Grundig”, “Hitachi”, “Sony”, “Telefunken”, “Panasonic”, “Aiwa”, “National” e muitos outros.

Alguns conceitos básicos


ALGUNS CONCEITOS BÁSICOS



  • O que é a escuta das ondas curtas?
  • A escuta das ondas curtas consiste basicamente na recepção de emissões radiofônicas realizadas na faixa do espectro eletromagnético compreendida entre 3 e 30 MHz, conhecida como ondas curtas, ou faixa de alta freqüência. Através das ondas curtas, pode-se escutar transmissões a longa distância, muitas delas realizadas a partir de localidades distantes, muitas vezes de outros países; o longo alcance das emissões é uma característica desta parte do espectro. Outros serviços utilizam também as ondas curtas, tais como o radioamadorismo e estações utilitárias (serviços móveis e aeronáuticos), mas o serviço de radiodifusão é o mais difundido.

O radioamador do milénio


O RADIOAMADOR DO MILÉNIO


Nota prévia de "A Minharadio":
Este artigo foi escrito por Dirceu Pivatto da Silva - PY3IT em 1992 e é agora publicado postumamente. O título original da matéria é "O radioamador do próximo milenio" e foi convenientemente adaptado para "A Minharadio". Há que ressalvar a clarividência e capacidade de prever e adaptar-se ao que é novo deste saudoso radioamador.

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O que esperar


O QUE ESPERAR...



Rádio digital Evoke 

1elgar


  • Melhoria da qualidade de som e possibilidade de acesso a leque alargado de serviços, relacionados ou não com o conteúdo das emissões. Um aparelho de rádio poderá, por exemplo, receber também texto ou imagens vídeo.


  • Aplicação suave das inovações tecnológicas que tenha em conta os equipamentos já possuídos pelos utilizadores. As emissões analógicas deverão manter-se por um período de tempo alargado, ainda que o futuro seja o digital.


  • Multiplicação da oferta, com possibilidade de acesso a uma rádio temática, à medida de cada ouvinte. Paralelamente, as rádios generalistas deverão manter a sua importância.


Por Sofia Rodrigues
Retirado do jornal "O público"
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Às portas do digital


ÀS PORTAS DO DIGITAL



Capacidade de integração na era multimédia parece preconizar futuro risonho para a rádio. Estarão as estações generalistas condenadas a uma morte a prazo? Aparentemente não. Humanização das emissões é uma das tendências para evitar que as ondas hertzianas se tornem numa "juke box".

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Radiodifusão por satélite, o que é


RADIODIFUSÃO POR SATÉLITE



Imagem de um satélite de comunicações


As emissoras internacionais de rádio e as grandes empresas de telecomunicações passaram a utilizar o sistema de comunicação via satélite assim que estes equipamentos entraram em órbita terrestre.

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