Todas as válvulas têm uma referência que as identifica física e electricamente. Por exemplo: 6V6, 50L6, AZ1, UCH21, etc.
No artigo sobre válvulas neste dossier é possível identificar algumas destas características apenas pela leitura da referência. No entanto essas indicações são muito vagas e, ao longo dos tempos, a nomenclatura nem sempre foi seguida à risca.
Para além disso importa saber a pinagem, ou seja, a que pinos da válvula correspondem os respectivos elementos, cátodo, filamento, grelhas, etc. Saber quais as tensões de trabalho recomendadas é bastante útil uma vez que servem de elemento comparativo com as que se encontram no aparelho que se está a reparar; nem sempre há um esquema disponível ou nem sempre este tem indicadas as tensões de trabalho correctas.
Percebe-se então a necessidade de utilizar manuais onde, para cada referência, sejam indicados os seus parâmetros, esquema eléctrico, tensões e correntes de trabalho, facilitando assim a tarefa de diagnóstico de uma avaria.
Chamam-se "Manuais de válvulas" e já existem, pelo menos, desde os anos trinta.

Existem os manuais mais simples onde aparece apenas o desenho da pinagem com a indicação dos respectivos elementos e os mais completos com equivalências, tensões e correntes recomendadas e um circuito típico de aplicação da válvula. Estes circuitos são muito úteis porque, para além de darem uma visão geral da aplicação da válvula num dado circuito, ajudam a descobrir por aproximação o valor de algum componente que não se consegue determinar no aparelho a reparar por já ter perdido a referência, estar muito sujo ou mesmo totalmente danificado.

As novas tecnologias colocaram à disposição dos reparadores manuais em CD-ROM e na Internet existem várias bases de dados onde é possível obter este tipo de informação.
Abaixo ficam alguns sites de referência com bases de dados e informações úteis sobre válvulas:










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