O blogue de Rutra1

Continuação, N. é Hist:

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Na altura em que tudo isto antecedia, tal como aconteceu para de imediato embarcar, para o desconhecido, passando a fazer parte desde essa bendita hora dos 373 tripulantes, na sua maioria Portugueses distribuídos pelos imensos serviços, que no barco abundavam, e tudo graças a navegar quase sempre cheio e não só, mas porque a sua história que contarei mais para o final ser deveras interessante, de tal forma que os passageiros se interessavam por conhecer ao pormenor, tal façanha, isso se verificava quando nesse porto “onde nem atracava” mas as deslocações a terra eram feitas por pequenos barcos ou os salva vidas do próprio barco” sucedia sempre, que o Comandante comentava os acontecimentos ainda bastante recentes.

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O referido barco, que eu "naquela altura" já percorrera várias vezes desde a popa á proa e desta de novo ao inicio, tudo enquanto alguns elementos de terra e tripulação ainda procediam a algumas regras de segurança, quando me apercebo alguém falar a mesma língua que eu, pelo que não tardei a travar conversa com ele, "curta" pois verificava enorme pressa, mas que de imediato me pergunta, procuras trabalho?...

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Talvez, porque era funcionário da RDP, as ameaças, ás quais nenhum mal atribuí, houve chantagem, seguiu-se de imediato lugar á queixa, acusações por avarias que se verificavam, quer no emissor existente nos estúdios, quer mesmo noutros equipamentos, alegando que tudo estava gasto, ”pura e simplesmente” não tardaram, as consequentes inesperadas, as notificações “logo no imediato” para me apresentar em tribunal, pelo que de tanto me chatearem, dei-me conta que a melhor atitude a tomar, seria ausentar-me do País, mas não sem antes solicitar á empresa para quem trabalhava, licença sem direito a vencimento, e fui então á deriva mundo fora, em 11-1988, e que após bater á porta de alguns familiares que me recusaram, logo que iniciava a contagem do porquê da M/ presença, procurei amigos e conhecidos, em França, Bélgica, Suiça, o dinheiro começa a escassear, resolvo retroceder, nessa disposição mas como última tentativa, resolvo entrar em Itália pelo que minha próxima paragem "ao calha", seria Génova, onde consegui um lugar aparentemente tranquilo para estacionar a viatura, começo a movimentar-me, deambulava com certo desanimo no porto de mar, cais de embarque, onde se encontrava um famoso Barco de passageiros bastante conhecido em todo o mundo, cujo nome ACHILLE LAURO, me despertou certas atenções, nem sei porquê.>>>continuará…

continuação, N. é Hist.

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Como a maior parte dessa gente, aparentemente cheia de boas vontades, me parecia "á primeira impressão" ser de utilidade para contribuir e levar por diante ou, em frente, aquilo a que inicialmente me propusera ou seja manter uma emissão com um horário préviamente agendado, mas que ao cabo de uns escassos dias, imediatamente me daria conta que as coisas, ou melhor tais pessoas na sua maior parte não era isso que pretendiam, menos colaborarem, ou esforçar-se por contribuir, me dava conta nem terem ouvido o que antes eu tinha dito para ser feito, “isto em palavras que eu julgava todos entenderem, e compreenderem, os que se dispunham a tal “só inicialmente” logo de seguida quase tudo era mas como eles queriam fazer, raro como eu dizia, dei-me conta já tarde, que a maior parte estava ali apenas para se mostrar, ou neste caso, para que os amigos e conhecidos os ouvissem, falar na radio, sem se darem conta que eu estava sempre em escuta precisamente com a missão de avaliar quem era quem, e o que valia, ou possuía quanto a valores, necessários para cada missão e atribuí-lo, a quem acha-se merecedor, mas não faltaram logo as vozes da discórdia que, para não criar ou incendiar ânimos, apenas me retiraria, sem mais comentários, mas longe de sonhar que alguma vez me iriam tratar tão mal, além de prejudicado em tudo como estava. >>> continuará…..

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