Fortes e Rangel (1965)

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Em 1965, José Fortes e Fernando Rangel formaram o estúdio de gravação Fortes & Rangel, à rua da Póvoa, 459 (Jornal de Notícias, 19 de abril de 1965) e admitiram um terceiro sócio, engº António Nunes ainda no mesmo ano (Diário do Governo, III Série, 4 de novembro de 1965), elevando o capital social de 50 mil para 225 mil escudos (mais de 87 mil euros a preços de 2018). Foi um estúdio de gravação muito importante no Porto de então. José Fortes tinha 22 anos. O objeto da empresa era, lia-se na escritura, o “comércio e indústria de registos magnetofónicos”, designação que remetia para a gravação de fita magnética. Fernando Rangel prestava assistência técnica na Rádio Renascença, ainda com instalações na rua da Alegria (Porto). José Fortes debutara na Emissora Nacional e, depois, como responsável técnico do estúdio de gravação da Rádio Triunfo em Lisboa. Ele terá gravado mais de 500 discos, de António Mafra à Banda do Casaco e muita música erudita.