Dante Efrom

Válvula ECL82/6BM8: triodo-pentodo de potência

Originalmente projetada para TV. A seção pentodo é usada como amplificadora de saída de áudio e a seção triodo como osciladora ou amplificadora de tensão de A.F. Surgida em 1956. Dissipação de placa 7 watts (máximo).

A letra ene invertida, em cirílico, deve ter sido invenção de um estagiário da Philips/Ibrape!

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Válvula ECL82

Talheres "grátis" a quem comprasse válvulas

Na segunda metade da década de 1950 a competição entre os fabricantes de válvulas era acirrada. A Sylvania, uma poderosa indústria dos setores de energia, iluminação e eletrónica, para enfrentar a concorrência dava conjuntos de talheres de luxo a quem comprasse válvulas de recepção e tubos de imagem da marca.

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conjunto Capri de talheres com banho triplo

Circuito esquemático de medidor de isolação até 50.000 megohms

Usado pelos técnicos reparadores antigamente para avaliar a isolação entre as armaduras de um capacitor, entre terminais de soquetes de válvulas ou chaves de ondas, entre enrolamentos de transformadores etc.

Em capacitor bom a leitura dependia do tipo de dielétrico: capacitores de papel em bom estado deviam possuir resistência de isolação de 5.000 megohms, para capacitâncias de até .15 µF ─ e 2.000 megohms para capacitâncias de até .5 µF.

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Esquema do medidor

Como fixar bases de válvulas

Bases fenólicas afrouxavam-se facilmente nas válvulas antigas, principalmente nas "pata-de-elefante" (base P8A). Nas octais de algumas marcas o problema também acontecia, não raramente.

Válvula com invólucro de vidro solto é fácil de ser danificada, principalmente ao se tentar retirá-la do soquete. Nas válvulas Philips tipo pata-de-elefante a operação é ainda mais crítica: como o cemento usado pela fábrica na fixação do bulbo era frequentemente de baixa adesão ao vidro e como o soquete mantinha elevada pressão nos pinos da válvula, podia acontecer de o bulbo separar-se da base.

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05
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Válvula tipo CY2 com o rejuntamento limpo

Reparação de potenciómetros antigos Philips

Recuperação de potenciómetros antigos é assunto recorrente entre os reparadores e restauradores. Cada um tem o seu método preferido - certo ou errado - para consertar o componente. Assim, é sempre bom comparar com o que os fabricantes de componentes e de receptores valvulados preconizavam.

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Lâmina do cursor
Pino de grafite
Potenciómetros antigos europeus

O primeiro recetor CA/CC produzido no brasil

O primeiro receptor, tipo C.A./C.C., 100% com válvulas receptoras produzidas no Brasil foi o H1 da Ibrape.

O projeto e a construção do protótipo foram do Laboratório de Aplicações Eletrónicas da Ibrape, com conclusão em julho de 1953, utilizando cinco válvulas da nova série tipo Noval, produzidas na fábrica da Philips inaugurada no Brasil: HCH81, HF93, HBC91, HL94 e HY90.

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Foto do primeiro recetor
Outra foto do primeiro recetor

B1-R95-U: o primeiro Philips brasileiro com placa de circuito impresso

O receptor Philips modelo B1-R95-U foi lançado no Brasil em 1960: era um receptor de cabeceira, 110V, para OM. Funcionava com apenas quatro válvulas (UCH81, UBF80, UCL82 e retificadora UY89).

O gabinete era de plástico. Este modelo teve várias versões, com válvulas diferentes: algumas usavam UBF89 no lugar da UBF80, outras usavam UY42 ou UY85 no lugar da retificadora UY89.

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Imagem do recetor PHILIPS
Outra imagem do recetor PHILIPS

Notas de serviço dos fabricantes

Em 1941, já preocupada com a alta porcentagem de danos que acontecia nos novos núcleos de Ferroxcube dos transformadores de F.I., a Philips brasileira advertia para que não se usasse a ponta do soldador para amolecer a cera das bobinas.

A nota técnica, "estritamente confidencial", também instruía para que ferramentas metálicas como chaves de fenda fossem usadas, depois de aquecidas no soldador, somente para amolecer a cera que lacrava os núcleos.

Foto: Comunicação de Serviço Philips n.o 101, e ferramentas não metálicas de calibração.

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Comunicação de Serviço Philips

NUNCA mexa no ajuste de circuitos ressonantes

Bobinas, capacitores trimmers e padders, transformadores de frequência intermediária etc.

Se você não tem larga experiência em técnicas de reparações de receptores antigos. Você alterará a calibração do aparelho e poderá danificar irremediavelmente componentes delicados como os núcleos das bobinas.

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Recetor Telefunken
Recetor europeu
Indutores de FI

O capacitor "fazedor de viúvas"

Os rádios valvulados antigos são perigosos e apresentam sérios problemas de segurança por causa do risco de choques elétricos fatais.

Por volta de 1940, entidades como a agência UL, Underwriters Laboratories, dos EUA, passaram a exigir que os fabricantes mudassem os circuitos de receptores e adotassem um sistema de aterramento "flutuante" nos rádios valvulados tipo CA/CC. Nesse sistema, a alimentação passava através de um retorno de massa "flutuante", ligado ao chassi via capacitor ou filtro RC.

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Rádio Detrola

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