Dante Efrom

Rádios famosos de antigamente: Philips Matador

(Oo que advertia, nas instruções de serviço, que poderia ser fatal)

Em Portugal, foi denominado de "Pioneiro", na versão tipo V6A. Na Bélgica foi denominado de "Pionnier". Na Argentina, produzido pela Fapesa, uma subsidiária da Philips, foi apresentado como "Obertura". Na Inglaterra, a versão V7A do receptor (1936-1938), com válvulas FC4, VP4B, TD4, PENA4 e 1821, foi denominada de "Theatrette" pelos colecionadores do equipamento.

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Propaganda do rádio Philips Matador
Diagrama esquemático do Philips

A vida difícil dos profissionais de reparação de antigamente

Para os que hoje reclamam por "PDFs com alta resolução" nas cópias dos diagramas esquemáticos, vejam como era difícil a atividade quando não existiam a Esbrel, Esquemateca Brasileira de Eletrônica, as máquinas Xerox, scanners ou os arquivos de computador: as cópias de esquemas eram fotográficas, em papel sensível. Com o tempo a imagem desvanecia, manchava, borrava.

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Foto 1
Foto 2

Falhas súbitas em válvulas

"Meu receptor ficou mudo de repente. As válvulas acendem, mas uma delas está com um pó branco no seu interior. Qual será o problema?" Perguntou-me um colega do grupo recentemente.

Tudo indica que a causa do problema seja a "válvula com pó branco". O pó branco surge no interior da válvula quando ela perde o vácuo, ou seja, quando trinca o vidro.

Várias podem ser as causas de defeitos repentinos - também chamados de falhas catastróficas - em válvulas. Quase sempre sem aviso.

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Trincamento no vidro da base característico de tensão mecânica
Trincamento em retificadora causado por choque térmico
válvula cujo ponto de trincamento estava oculto sob a soldagem do capacete

Adaptação do rádio Philips BR-115U para operação em redes de 220 V

Observação: como muitos projetos da época, este modelo não utiliza transformador e pode apresentar risco de choques elétricos.

O receptor de ondas médias Philips modelo BR-115U foi lançado em 1955. Nas anúncios de propaganda era apresentado como "um rádio sempre à mão, em qualquer lugar da casa". De imediato teve grande sucesso: era de preço acessível, tinha pouco peso e era compacto. Era fácil de ser transportado e de ser instalado em qualquer aposento da residência.

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Conhecendo os rádios de antigamente: BR.295.UM/UL

De 1950, um dos primeiros receptores fabricados pela Philips no Brasil

Esse modelo teve duas versões. A versão modelo BR.295.UM era para funcionamento em 220 V, corrente alternada e contínua (também chamado "duas correntes"). O aparelho BR.295 com sufixo "UL" era para funcionar de 110 a 117 VCA ou VCC. O modelo para 220 V podia ser alterado para funcionar também em 110-117 V, mudando-se as ligações da entrada de alimentação, orientando-se pelas informações no manual de serviço.

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Instalação de válvulas tipo "olho-mágico" em receptores antigos

Válvulas indicadoras de sintonia ou, tecnicamente falando, válvulas de raios eletrônicos, também conhecidas pelo nome "olho-mágico", são itens que valorizam receptores antigos. Inventada em 1930 como dispositivo para facilitar a sintonia das estações, a novidade, com o seu brilho fosforescente, desde cedo provocou interesse e certo fascínio entre os proprietários de aparelhos de rádio.

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Identificando os transformadores de saída Stevaux

No final da década de 40, início da década de 50, vários receptores comerciais nacionais utilizaram transformadores de saída fabricados no Brasil pela indústria Irmãos Stevaux Ltda.

Os transformadores Stevaux tinham preço acessível e estavam disponíveis na maioria das lojas do comércio varejista de componentes, espalhadas pelo Brasil. Os transformadores Stevaux também foram muito empregados pelo pessoal que montava receptores a partir de conjuntos de peças.

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Tabela de transformadores

De como uma reparação "bem feita" em um Philips B2R76U me livrou de uma "detenção para averiguações

Meninos, eu vivi 1964. Molecote ainda, com 14 anos de idade em 1964, quase fui preso e atirado nas masmorras da ditadura. Bem, o detalhe importante é o "quase".

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Válvula parruda

Esta é a válvula 3DG4. É uma retificadora de onda completa, tipo octal, de catodo de aquecimento direto de 3,3V, 3,8A (o que equivale a 12,5 watts), usada antigamente em fontes de alimentação de amplificadores de áudio profissionais, radiofonógrafos e aparelhos de TV P&B e em cores.

A 3DG4 como a da Zenith é capaz de fornecer 480 mA de saída e ainda hoje é uma opção muito mais barata que outras válvulas retificadoras parrudas semelhantes, usadas em fontes de alimentação da mesma faixa, como a 5U4, a GZ34 ou a 5AR4.

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válvula 3DG4
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Cuidado ao substituir válvulas antigas tipo Mazda

As válvulas Mazda, fabricadas na Inglaterra a partir de 1934 pela indústria British Thomson-Houston, equiparam muitos receptores europeus, como os da marca Murphy.
Vários desses modelos chegaram também ao Brasil.

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